A blogueira Bianca Andrade rodou o Brasil cheia de histórias para contar e emocionou  muita gente. Mas não o suficiente, por isso está de volta. Espontânea, divertida, carinhosa e autêntica, Boca Rosa retorna aos palcos este ano atendendo a inúmeros pedidos de fãs que ainda desejam prestigiar, rir e chorar (de felicidade) com a blogueira, que está vindo para Uberlândia.

Boca Rosa – A Peça já esteve em cerca de vinte cidades desde a estreia em março de 2016, registrando recorde de público por onde passa, muitas sessões extras e participações especiais. Em 2017 o espetáculo chega a diversos teatros do Brasil pela primeira vez e retorna a outros onde a saudade já aperta.

Porém, o roteiro dessa trajetória de sucesso começava a ser escrito há 21 anos, quando Bianca nasceu, em uma comunidade do Rio de Janeiro. Mais tarde, a jovem se formou em Maquiagem pelo Senac, em Magistério pelo Júlia Kubitschek e queria mais. É inquieta. Precisava falar e criou um blog. Surgia o Boca Rosa. Hoje, seis anos depois, é formada blogueira pela vida e diplomada pela multidão de seguidores que a acompanham.

A simplicidade e o carisma de Bianca conquistaram e fidelizaram o público feminino de todas as idades, que hoje ultrapassa os 8 milhões nas redes sociais. A brincadeira virou coisa séria, mas não perdeu o bom humor.

Em 2016, Bianca Andrade subiu aos palcos para brilhar. É a primeira vez que uma montagem teatral aborda a vida de uma blogueira. A ideia nasceu de uma ida ao teatro com a então sócia no espetáculo, Luizi Costa, quando Bia confessou o sonho de ser atriz e ter uma peça contando a história da sua vida. Imediatamente Luizi embarcou nesse sonho e virou a fada madrinha da blogueira. A fantasia começava a flertar com a realidade.

Então, aconteceu! Utilizando o charme da ficção, Bia divide com o público as experiências que mudaram a sua realidade e levaram uma menina de origem humilde a se transformar no boom midiático que é hoje. De forma divertida e inspiradora, essa menina-mulher mostra aos espectadores que nunca é tarde para sonhar e realizar os sonhos, através de relatos de superação, amizade, otimismo, alegria e perseverança.

Escrita e dirigida por Afra Gomes e Leandro Goulart, conhecidos por inúmeros sucessos juvenis, Boca Rosa – A Peça também aborda temas sérios como bullying, relação de pais e filhos, descoberta do amor, relacionamentos, empoderamento feminino e outras questões do universo das mulheres. O público assiste, entre cenas de humor e emoção, a um verdadeiro espetáculo, com muita música, dança, cor e brilho. Assim como são os vídeos da Boca Rosa, um show à parte.

Sinopse:

Bianca, uma das blogueiras mais acessadas da atualidade, é convidada para fazer uma peça sobre sua vida. Ansiosa com a novidade, ela compartilha a informação com todos os seus fãs nas redes sociais. Porém, tamanha é sua surpresa ao perceber que a data de estreia se aproxima e o texto ainda não está pronto. Com a ajuda da pesquisadora Betina e da sua mãe Mônica, Bianca inicia uma viagem divertida e emocionada para colocar no palco todas as histórias que a transformaram na BOCA ROSA. Escrito  e dirigido por Afra Gomes e Leandro Goulart, o espetáculo, que é baseado na vida de Bianca Andrade, traz com muito humor histórias de superação, amizade, otimismo, alegria e perseverança.

O Colorindo Vidas Indica de hoje não é musical, mas é de outra coisa que amamos: Fotografia. Você já ouviu falar em Retratoterapia? É um ensaio fotográfico, que até o primeiro momento, parece como outro qualquer. O objetivo das fotos tiradas é dar confiança e empoderamento a mulher ou homem que está na frente das câmeras. Os ensaios são feitos da forma que a modelo achar melhor, mas sempre com pouca maquiagem (ou até nenhuma) e da forma mais natural possível, sem o glamour como é feito em books comuns.

Esse tipo de ensaio ainda é algo novo no ramo, inclusive, novidade até para fotógrafa Camila França, que faz trabalhos de Retratroterapia há cinco anos, mas só descobriu isso há algum tempo. “Não é uma técnica, é uma forma diferente de lidar com a mulher. De fotógrafa, você passa a ser amiga e psicóloga, de tudo um pouco”, explica ela ao dizer que o trabalho deve ser feito com amor.

As fotos são feitas de uma forma sincera, querendo mostrar realmente quem é aquela pessoa por trás da lente na vida real. O trabalho, além de técnica e luz, inclui, ação e reação. A fotógrafa questiona os clientes para faze-los pensar e assim, captar a foto com os sentimentos mostrados na resposta, a reação. É comum que nos ensaios, por conta dessas perguntas, a modelo chore e se abra com o profissional contratado. Por isso, Camila diz que acaba fazendo muitas amizades.

 

Para muitos, o Retatroterapia é sim uma terapia e por isso fazem todo mês. Camila explica que todos podem fazer esse tipo de ensaio e não precisa ser sensual ou de qualquer outro tipo, é necessário que seja apenas verdadeiro e algo para você e não para os outros.

Acessem as redes sociais da Camila França para continuarem acompanhando esse tipo de trabalho. E se você sentiu interesse de fazer um ensaio desse tipo, entre em contato com a fotógrafa por inbox, pois ela estará em Uberlândia apenas até o dia 27 de julho.

Instagram e Facebook da fotógrafa Camilla França.

Após quatro fins de semana seguidos indo em festa junina e usando bastante xadrez, dei uma folga para as roupas caipiras e voltei para o que eu amo, saias e blazers. Sempre fui apaixonada por essas produções sociais e bem femininas, em que você pode sair e ao mesmo tempo ir em uma reunião de trabalho. Além de lindo, o look fica super confortável e quentinho, já estou pronta pra trabalhar nesse frio.

Primeiramente, (fora temer) precisamos falar sobre essa paleta de cores digna de LookBook. Sempre gostei da sobreposições de cores nas produções, mas confesso que nunca faço muito por aquele medinho de estar demais e acabo ficando apenas com peças do mesmo tom ou que a combinação seja certeira, como um pretinho básico e uma cor de destaque (vocês sabem que adoro isso, né?!)

A escolha de peças foi um bom acaso de um momento em que eu não sabia o que iria vestir e simplesmente fui pegando algumas coisas que eu gostava, como a blusa de renda branca (que, inclusive, foi um verdadeiro achado) e a saia. Essa blusa é um tanto quanto grande e melhor pra usar com calça, por isso resolvi jogar um blazer por cima e dar uma amenizada e não é que deu certo?! E ficou ainda melhor do que apenas as duas peças, deu mais estilo ao look e por isso resolvi trazer ele pra vocês.

Como coloquei tons alaranjados no look, optei por acessórios dourados da Formatto Semi Jóias, mas itens bem delicados para não arriscar que eles chamem mais atenção do que as peças escolhidas. Sem falar no cuidado que precisamos ter ao usar tecidos com texturas diferentes… Eles podem até combinar no resultado final, mas se os acessórios tiverem muitos detalhes pode acabar com toda a sua produção.

Aproveita agora e deixa nos comentários o que você você achou da minha sobreposição de cores. Espero que eu possa ter inspirado hoje, nem que seja um pouquinho.

  1. Acessórios – Formatto Semi Jóias
  2. Blazer laranja – Murau
  3. Blusa de renda – Riachuelo
  4. Saia com babados na barra – Raizz
  5. Sapatilha dourada – Via Vitória

Quem nunca quis saber como copiar o efeito da foto que algum famoso postou ou até qual aplicativos eles usam, né?! Acho que todos. E juntando essa curiosidade que foi criado a conta @appsdosfamosos, que é uma conta no Instagram com todos os truques que você sonha em saber e muito mais. Nossa equipe foi atrás deles para saber como descobrem tantos aplicativos legais e vamos aproveitar para mostrar os melhores tutorais que eles já fizeram para as suas fotos bombarem nas redes sociais.

Com apenas cinco pessoas, a equipe da ADF busca sempre ver as tendências de edição em fotos de famosos e estão sempre “fuçando” os novos aplicativos de edição para indicar aos seguidores. E não é só de filtro que eles entendem não, no perfil há dicas de organização de feed, aplicativos em geral, as novidades do Instagram e muito mais. Confere alguns:

  • Rose Gold  – porque depois de celular e roupas nesse tom, nada melhor que os filtros também, né?!

  • A fase de videoclipes com luzes coloridas parece já ter acabado, mas você ainda pode usar para bombar no Instagram e é super fácil esse efeito, só precisa de:

Cuidado! Grandes chances de você sentir em um clipe hahaha acho que esse tipo de foto, fica bem diferente no feed, além de dar um ar profissional.

  • Uma das tendências agora é fazer um Feed mais organizado e combinando no Instagram e no perfil do ADF, eles ensinam tudo que você precisa saber pra montar um bem legal 😉

Quem nunca sonhou com aquele feed no Instagram organizadinho e combinando, mas quem disse que a gente sabe como fazer isso? Muita gente aposta em usar a página principal do VSCO para deixar as fotos que vão postar e ir vendo se combinam, mas acho mais a legal a forma que o ADF ensina, dá uma olhada e depois me conta nos comentários como você organiza seu perfil.

  • Vai tirar foto e sempre faz a mesma pose? Eles também te ajudam.

Gostei bastante dessa ideia deles de criarem inspirações, para incentivar as pessoas a tirarem mais fotos e não apenas selfies. Vejo muitas amigas reclamando de não ter fotos para postar como blogueiras, mas o segredo delas não é sair demais e sim tirar muitas fotos como essas, que às vezes parecem até feitas por um profissional, afinal, hoje em dia é difícil postarmos uma foto de nós mesmos que não seja a famigerada selfie, né?!

Tem um aplicativo ou conta favorita no celular? Manda pra gente nos comentários, quem sabe a sua dica não aparece no próximo post.

Quem nunca sonhou em dançar quadrilha quando estava no primário? Com o passar dos anos, esquecemos um pouco essa dança tradicional brasileira. Eu não gostava muito, principalmente por ter na cabeça a ideia daquela coreografia que a gente aprende na escola. Neste mês de junho tive o prazer de conhecer mais de perto algumas quadrilhas profissionais nos primeiros fins de semana da 21° Festa Junina da ONG Ação Moradia, que acontece na Praça Sérgio Pacheco, em Uberlândia – ao lado do Terminal Central.

Confesso, meu conceito de quadrilha mudou bastante desde que vi as apresentações das quadrilhas Fala Uai, Forrozarte, Nova Geração e Chic Chic. Eles costumam dizer que fazem parte do movimento de “quadrilhas estilizadas”. Segundo Eliana Setti, idealizadora da Festa Junina, isso nada mais é que uma dança ousada, com desenhos coreográficos, que dão uma modernidade aos passos e ritmos tradicionais.

Infelizmente, ainda há pouco entendimento das pessoaos sobre o que é a quadrilha. Guilherme Borges, publicitário de Uberlândia, conta que não gostava da arte, só dançava na escola por ser obrigado. “Nunca me interessei por quadrilhas juninas antes, mas depois que eu conheci [as quadrilhas] na Festa Junina da Ação Moradia, eu comecei a curtir, me lembrou muito o carnaval”, diz ele ao relatar que, atualmente, ao invés de ir pelos shows, vai ao evento pela quadrilha.

Diferente dele, Cristiane Francisca se apaixonou pela dança aos sete anos, quando entrou em uma quadrilha mirim da paróquia. Atualmente, ela saiu de frente aos holofotes para ficar nos bastidores, ajudando o grupo Nova Geração de Sabará-MG. “Sinto muita vontade de dançar, fico com os pés coçando, mas o grupo precisa de uma organização, de alguém que garanta que tudo dê certo para passarmos, através da dança, o nosso amor pelo São João”, conta ela.

Por pessoas como o Guilherme é que Eliana Setti resolveu criar em 2011 o Concurso Anarriê, que dá destaques aos melhores grupos do ano e ajuda a propagar cultura na cidade. Há seis prêmios no festival, o de Melhor Coreografia, Melhor Figuniro, Melhor Noivo, Melhor Noiva, Melhor Torcida e Melhor Quadrilha Junina. “A cultura quadrilheira ainda não tem grande apoio do governo em certas regiões, como Minas Gerais. Quem realmente tem apoio é o Nordeste, lá há mais de 700 grupos de quadrilhas”, explica ela, dizendo que o Brasil ainda precisa reconhecer os grupos como parte da cultura do país.

Mas, a falta de amparo do governo não é problema para os quadrilheiros apaixonadas pela arte. “Nossos governantes ainda não dão valor a essa tradição, mas dançamos por amor a esta cultura mesmo e lutamos por reconhecimento em todos os âmbitos”, conta Cristiane ao lamentar que muitos grupos acabam parando por falta de apoio.

Eu cresci fazendo balé, sou suspeita para falar que adoro ver coreografias de danças, mas as quadrilhas realmente tem um cantinho guardado no meu coração agora e sempre que eu puder, vou querer assistir uma apresentação. É incrível, as roupas, os passos, tudo é tão lindo e bem pensado na coreografia e o melhor é que eles estão sempre passando uma história. As quadrilhas representam um casamento caipira, então sempre escolhem um tema que tenha a noiva, noivo, convidados e um padre para dançar. É encantador!

E pra quem está curiosa para ver as quadrilhas juninas, neste sábado (17) tem o 7° Festival de Quadrilhas na Festa Junina da Ação Moradia. Quatro grupos vão concorrer ao prêmio de melhor coreografia. Estarei lá e espero vocês a partir das 18h. 😉

Confesso, só de ouvir os álbuns da Lily Allen, já fico querendo virar amiga dela. Além de batidas divertidas, a cantora inglesa compõe músicas sinceronas e sarcásticas com aquilo que todos tem vontade de dizer. Enquanto estamos começando a lutar pelos nossos direitos e aprendendo a falar abertamente sobre alguns problemas, Lily já tratava sobre vários assuntos, como feminismo, machismo e sexualidade, há tempos atrás, quando começou sua carreira.

Lily Allen pode até não estar mais tão estourada nas paradas, como costumava ficar, mas isso não impede de apreciarmos o trabalho dela ainda hoje, afinal de contas está mais atual do que nunca. Durante o tempo que Allen ficou longe dos holofotes, houve bastante artistas que ousaram se inspirar na arte dela, como Katy Perry e Manu Gavassi com músicas como Ur So Gay e Eu Dou Risada, respectivamente. Lily, inclusive, já citou Katy e outras cantoras pops na música Sheezus, em que ela diz que ficar em segundo lugar não é o bastante para as divas e ela quer “estar nos topo”.

A própria Manu já confirmou várias vezes gostar muito do trabalho de Lily, “O que eu gosto dela [Lily Allen] é que sempre tem arranjos fofos nas músicas e as letras nunca são fofas”, contou ela ao falar sobre como a cantora foi uma inspiração para o novo álbum.

Mas, felizmente, ninguém consegue tomar o lugar da acidez e confiança de Lily Allen. E por isso vamos atrás de algumas das músicas dela e sinta-se à vontade para procurar outras canções e se apaixonar pelo estilo irreverente da cantora. Não esquece de comentar aqui o nome da música que você mais gosta dela. 😉

Escolhi algumas versões ao vivo porque acho que as músicas ficam ainda mais reais e boas sem a voz dela toda produzida no estúdio.

  • Hard Out Here – Acústica

Não preciso sacudir minha bunda para você

Porque tenho um cérebro

Se eu te falo da minha vida sexual

Você me chama de vagabunda

Mas quando os garotos falam de suas vadias

Ninguém cria caso

  • The Fear

Eu quero ser rica e eu quero muito dinheiro

Não quero saber da inteligência nem da diversão

Eu sou uma arma de consumo em massa

E isso não é minha culpa, foi como eu fui programada para funcionar

  • LDN

Quando você olha com seus olhos

Tudo parece bonito

Mas se você olha pela segunda vez

Pode ver que é tudo mentira

Havia uma velhinha que andava pela rua

Ela estava carregando sacolas de compras

Depois veio uma criança e ofereceu uma ajuda

Mas antes que ela tivesse tempo de aceitar

Ele bateu na cabeça dela, sem ligar se morreu

Pois agora ele tem todas suas joias e carteira

Essa é a vida na cidadade

  • URL Badman

Trabalho em casa no porão dos meus pais

Eu não trollo, eu faço declarações

Eu não sou um clichê, sentado vestindo pijamas

Hoje não é sábado, mas é feriado, então nada melhor que um #LookNossoDeCadaDia para já ir pensando no que vai fazer e que roupa vai usar durante a semana. Como em feriado, costumamos fazer algo mais leve e tranquilo, escolhi algumas peças que uso bastante no meu dia-a-dia e juntas achei que ficaram perfeitas para ir ao parque ou até ao shopping durante a tarde.

Vamos começar falando sobre o azul marinho, que além de ser uma das minhas cores favoritas, ficou ainda melhor com os detalhes da roupa bem marítimos com conchas, sereias e âncoras. Tudo até combinou com o fundo das fotos, que foram tiradas em uma parede que encontrei no Parque do Sabiá em Uberlândia-MG.

Como era um dia tranquilo, optei por uma botinha bem confortável, um óculos de sol e acessórios simples, que são os melhores para o dia-a-dia. A choker é uma excelente escolha para quem não deixa de usar um colar, mas quer algo estiloso e informal.

A pulseira que eu escolhi, da Formatto Semi Joias, é meu novo amor. Adoro como ela é feita de um material mais confortável e simples, além de ter berloques super fofos, que você pode montar com vários que sejam a sua cara. Pra gente se sentir muito exclusiva, né?! hahaha

Aproveita agora e deixa nos comentários o que você vai fazer no feriado e qual look vai usar. Espero que eu possa ter inspirado hoje, nem que seja um pouquinho. 😉

1. T-shirt Better Days Are Coming – Riachuelo

2. Short azul marinho – Renner

3. Acessórios *pulseira, brinco, choker* – Formatto Semi Joias

4. Óculos de coração – Azza

5. Bota com detalhes dourados – Via Marte

[Você pode ler esse texto ao som de FourFiveSeconds – Rihanna, Kanye West, Paul McCartney]

“Às vezes você só precisa chorar. Mesmo que você não saiba o motivo de estar chorando.”

Não, esse texto não é sobre relacionamento, depressão ou algo parecido. É sobre você!

Estamos todos ligados e conectados nessa rotina louca que temos vivido ultimamente. Não temos tempo nem para andar de bicicleta e ler um livro, imagina então, se temos um tempo para nós mesmos.

A verdade é que: Estamos sobrecarregados! Qual foi o último dia que você tirou pra você? Fez uma faxina interior e exterior?

Muitos me perguntam porque tenho parado de escrever, mas depois de um longo tempo lotada de compromissos, eu já não me conhecia como antes. Não sei sobre o que quero contar. Por isso, é isso que estou fazendo um hoje… Uma limpeza.

Limpei meu quarto, organizei minhas coisas, mas principalemente, meus pensamentos. Preciso parar e pensar para onde estou indo e onde pretendo chegar com isso. Tenho que refletir sobre o que ainda merece estar aqui e o que preciso jogar fora, literalmente ou apenas tirar de dentro de mim.

É engraçado, como o peso é tanto que depois de tanto tempo se segurando, apenas um pequeno detalhe pode te desmoronar. Isso é bom, você precisa chorar e demonstar seus sentimentos. Se fechar só pode juntar mais danos.

Tire um tempo pra você! Reflita sobre sua vida, seus sonhos e conquistas. Organize-se. Ore. Não deixe que o tempo passe por cima de você, de repente pode ser tarde demais. Se entenda melhor agora e planeje o que você precisa para chegar aonde quer.

Na coluna Feelings traremos toda sexta-feita um novo texto para vocês, e se você quer participar basta nos mandar um texto feito por você para o email meutexto@colorindovidas.com com seu nome, idade e cidade. Quem sabe seu texto não aparece aqui para colorir a vida de mais pessoas. 😉

Estamos de volta com o nosso tão querido Look Nosso de Cada Dia. Para a primeira produção escolhida no ano, eu resolvi juntas as minhas peças favoritas do momento. Por conta do trabalho e de alguns eventos que preciso ir, estou com uma vibe mais clássica, mas mesmo assim tendo ousar em algumas escolhas.

O melhor do look de hoje é que não há destaque, eu adoro tudo nessa produção e acho que não poderia ser mais eu. Tem o brilho, uma cor em destaque, acessórios delicados, uma camisa não tão social e a minha tão amada bolsa baú, que está vindo com tudo para o inverno.

Como eu já falei aqui no blog, querendo ou não, o brilho continua em alta nessa temporada. Isso só me faz amar mais essa saia, que além de tudo é mid, mas como sou baixinha, acaba virando longa. Saias com esse corte dão uma feminilidade ainda maior ao look, até me sinto a própria Sarah Jessica Parker, confesso! Quando comprei a peça, pensei que quase não usuaria, mas com a produção certa, dá para usar ela até de dia, como eu fiz.

Podemos parar um momento para apreciar os acessórios escolhidos?? Eu preciso.

Estou completamente apaixonada na combinação de tons de dourado no look, tudo caiu tão bem, principalmente pela escolha de acessórios pequenos, contrariando a bolsa, que é grande e com partes marrons. Acho que o principal truque nessa produção foi isso, a mistura de estilos. Adoro como essa camisa branca parece ser algo clássico e simples e quando vê olha atrás, percebe que há um patch escrito Drama Queen”.

A junção de diferentes estilos acaba deixando o look perfeito para diversas ocasiões, como um almoço ou um jantar, ouso dizer que até para o trabalho. Mas, se você pretende usá-lo a noite, seria ainda melhor se fizesse mudanças como um coque no cabelo e um sapato mais pesado.

Quando pensei nesse look, não o imaginei com esse sapato. Mas, como eu sempre gosto de jogar uma cor em destaque na produção, resolvi colocá-lo. No começo pode parecer muita informação, mas, além de haver muitos detalhes em dourado, esse tom é claro como o branco, o vermelho dá mais vida, eu achei perfeito.

Por hoje é isso pessoal, espero que as minhas escolham possam ter inspirado vocês a criarem produções incríveis. E se tiver, já tira uma fotinha e me marca no Instagram, estou louca para ver o resultado das suas ideias. Não deixa também de comentar aqui o que você achou e se tiver alguma peça especifícica que você quer ver no Look Nosso de Cada Dia é só falar pra gente. 😉

1. Acessórios *brinco, colar, pulseira* – Formatto Semi Jóias

2. Camisa Drama Queen – C&A

3. Saia longa dourada – Renner

4. Bolsa baú – Petite Jolie

5. Sapato vermelho de asas *Incense II* – Melissa

Moda é futilidade?

Quando pensamos em moda, o que nos vem à cabeça? Glamour, desfiles, grifes, beleza… Outros acham que moda é futilidade, besteira. Mas o que é moda?

Moda vem do latim Modus e significa modo, maneira, comportamento. Portanto, podemos dizer que moda é um fenômeno que define o que um grupo de pessoas está preferindo em determinado momento, podendo estar presente em diversas áreas (ciências, artes, literatura, etc).

Moda é tendência de consumo da atualidade. Ela acompanha o vestuário e o tempo, num contexto político, social e sociológico. Por exemplo: você sabia que na 2ª Guerra Mundial, o governo londrino impôs, além do racionamento de alimentos, o racionamento de vestuário, devido à escassez de bens essenciais. As saias longas e volumosas, ficaram mais curtas e retas. Com os homens na guerra, as mulheres assumiram trabalhos tipicamente masculinos e isso afetou também a vestimenta: calças, macacões, blusões de aviador e tailleur passaram a afazer parte do guarda-roupa feminino.

Além de ser representação social, moda é arte. O estilista, a costureira, o alfaiate se expressam ao produzirem uma roupa.

Logo, moda é comunicação; comunicação não verbal. O que você veste diz algo sobre você. Um jeans e uma camiseta branca passam uma informação.

Outro fator é decisivo para destacar a importância da moda, é sua relevância econômica. Muito além das passarelas, a indústria da moda emprega diversos profissionais e movimenta outras áreas da economia. Em 2016, o mercado mundial da moda movimentou U$ 2,4 trilhões.

No Brasil, para 2017, a perspectiva é de que o faturamento do setor têxtil e de confecção seja de R$ 135 bilhões (US$ 40,2 bilhões), o que significa um aumento de 4,6% em relação a 2016, segundo a Abit – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção.

Atualmente, o segmento totaliza mais de 365 mil empresas de varejo e é detentor de mais de 679 mil postos de trabalho, movimentando quase R$ 10 bilhões em salários. O aumento nas vendas nos últimos 10 anos, fez com que o Brasil saltasse da sétima para a quinta posição no ranking dos maiores consumidores mundiais de roupas.

Ao fim, podemos afirmar definitivamente que futilidade não cabe nesse cenário, uma vez que, para entender de moda, é preciso no mínimo, conhecimentos de Cultura, Arte, Psicologia, História e claro, Economia.

Pra encerrar, uma cena marcante do filme O Diabo Veste Prada, resume a relevância da moda.

Miranda, editora chefe de uma importante revista de moda está escolhendo os acessórios para um ensaio fotográfico. Uma assistente mostra dois cintos aparentemente parecidos para ela escolher, e diz  que os dois são muito diferentes. Neste momento, Andréa dá uma risada.
Miranda – Algo engraçado?

Andréa – Não, nada. É que para mim estes dois cintos são iguais. Eu ainda estou aprendendo sobre essas coisas.

Miranda – Essas… coisas? Ah, ok, entendi. Você acha que isso não tem nada a ver com você. Você vai até o seu guarda-roupa e escolhe esse sweater azul folgado para dizer ao mundo que se leva muito a sério pra se importar com o que veste. O que você não sabe é que esse sweater não é apenas azul. Nem turquesa, nem lápis-lazúli. Na verdade, é cerúleo. E você também não tem a menor noção de que, em 2002, Oscar de la Renta fez vestidos cerúleos e Yves Saint Laurent fez jaquetas militares cerúleas. E o cerúleo logo foi visto em oito coleções diferentes. E acabou nas grandes lojas de departamento e, um tempo depois, em alguma lojinha de esquina onde você, sem dúvida, o comprou em uma liquidação. No entanto, esse azul representa milhões de dólares e incontáveis empregos. E é até meio cômico que você ache que sua escolha a isente da indústria da moda quando, de fato, você usa um sweater que foi selecionado pelas pessoas nesta sala”.

Joana Araújo é bacharel em Secretariado Executivo e Jornalismo, com formação em Jornalista de Moda e Consultoria de Imagem. Herdou interesse pelo mundo fashion da mãe, que é costureira e resolveu aliar as duas paixões: jornalismo de moda.