Hey, hey, hey pessoas da terra! Tudo bem com vocês? Essa semana foi ao ar 88º edição do Oscar, e claro que deu muito o que falar então eu resolvi vir comentar um pouquinho com vocês o que eu achei da premiação este ano.

Mas também quero saber o que vocês mais gostaram, então não deixem de comentar aqui em baixo o que vocês acharam e se vocês concordam comigo. 😉

Fitei meu olhar durante um longo tempo na árvore da praça, tinha um pequeno passarinho estampando inúmeros galhos secos, os sinais de caos eram abrangentes por toda a paisagem, era iminente que paz e guerra viviam sobre o mesmo território sem nenhum tratado. A esperança que residia nas flores já havia partido há muito tempo, e a morte se arrastara silenciosa pelo gramado como se fossem íntimos; nunca vi tamanha inquietude no mundo, tinha desleixe florescendo em todo canto. Eu não queria aceitar, mas parecia que o amor ao próximo estava vindo robotizado e com defeito de fábrica, todos seguiam sérios demais para nem sequer notar o que estava havendo.

Minha amiga chegou minutos depois e sentou-se ao meu lado, ficamos em balanços velhos encrustados de ferrugem. Ela estava aparentemente submersa num emaranhado de pensamentos, mas não demorou muito para começarmos a falar sobre o tênue limite da insanidade, nos alimentamos de comparações disfarçadas e risos frouxos a tarde toda. Dentro de mim havia uma quietude descontente, eu soube que a loucura é a única arma capaz de mudar o universo, foi quando me desvirtuei de muita coisa careta; agora sei que gosto pra caramba de gente meio louca ou totalmente maluca, esse tipo de estranheza sempre me pareceu cativante demais. Sei que o extraordinário pode ser assustador, porque nunca sabemos o quão perto estamos do abismo, as intensas sensações que nos consomem podem estar bem à frente de nós; amar o improvável e servir o jantar sem pôr a mesa é pura bizarrice pra alguns, eu não nego que essas metáforas sejam perigosas ou até mesmo fatais, mas a sensação singular de estar além da vida, sem inibições e disfarces, provém do desapego dessa tal normalidade. Nós temos o direito de andarmos sobres os trilhos ou fora deles, mas há riscos insanos por trás do que fazemos; nós podemos viajar sem rumo, mas o desconhecido pode ser traiçoeiro; devemos ignorar o medo de altura e sonhar como se tivéssemos asas. Acredito visceralmente que a essência do que somos possa ser a chave para os nossos mistérios, e é exatamente por isso que eu gosto desse pessoal, eles destrancam a porta com muita facilidade. É claro que admito que esteja encantado além da conta por esse feitio, apaixonado pela excentricidade que supera a mania de ser comum e que até destona a cor das estrelas.

Minha amiga e eu achamos que todo mundo devia encarar a possibilidade de cair e se arriscar, as pessoas deviam aceitar que são apaixonantes ainda que riam de um jeito desajeitado e mesmo que percam o controle disso. Acho que no final das contas, todo mundo está andando apático, seguindo um ritmo compassado e monótono. E sinceramente, não faço a menor questão de ser assim, não nasci pra viver preso numa gaiola de concepções que nunca foram minhas; quero regar as flores do meu canteiro e cuidar do que eu puder. Vi tanta beleza naquele passarinho que descobri algo primordial: eu sou uma dessas pessoas meio doidas.

Vocês já repararam que os animais respondem instintivamente a estímulos, iguais aos seres humanos? E o mais engraçado é que isso deveria ser uma notícia fantástica, mas que esse não é o lado bom da história?

No país existem vários laboratórios que são exclusivamente voltados para pesquisas farmacêuticas que produzem os seus testes em animais. Durante anos essas experiências são feitas em uma vasta variedade de bichos, como por exemplo, camundongos, hamsters, cães, coelhos, chimpanzés e outros tipos.

A maioria dos testes destes laboratórios causam maus tratos e danos permanentes, pois para que seja testado a eficácia do medicamento é necessário criar algumas lesões e isso acaba interferindo no bem estar do animal, sendo que um dos grandes percentuais dos experimentos são feitos sem o uso da anestesia.

No Brasil de acordo com a lei 11.794/08 do protocolo nacional e internacional de pesquisas em animais, não classifica como crime os testes realizados em animais, porém de acordo com o código de ética é necessário que haja um controle que visa o custo versus benefícios de tais pesquisas, sempre visando a segurança e tranquilidade dessas ações. Mas infelizmente não são todos os estúdios que levam como praxe resgatar a compaixão pelos animais.

O responsável por formular e zelar das normas relativas e humanitárias é o CONCEA (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal), eles devem monitorar e estabelecer periodicamente a fiscalização e funcionamento para o ensino e pesquisa com animais.

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Na legislação de direito ambiental as punições administrativas para a instituição que transgride as regras são:

  1. Advertência.
  2. Multa de R$5.000,00 a R$20.000,00;
  3. Interdição temporária.
  4. Suspensão de financiamentos dos créditos de pesquisa.

 

 

O beagles é o cão mais utilizado para as experiências, pois possuem uma estabilidade física, além de que o seu padrão facilita que estes testes sejam eficazes e tenham um índice de resposta mais continuo.

Muitas vezes estamos imersos nos padrões de beleza e tudo aquilo que é ou não considerado bonito pela sociedade, acabamos esquecendo que a grande maioria dos cosméticos que usamos diariamente são testados em animais, sejam eles simples cremes hidratantes até medicamentos que podem levar a cura para um ser humano, mas pode ser o fim para um animal inocente.

E me pergunto: Até onde vai nossa compaixão? E o nosso senso de vaidade?

Para saber sobre como ajudar a acabar com esses tipos de testes cruéis clique aqui e assine esses abaixo-assinados.

Depois de lançar ”Anna e o beijo francês” e ”Lola e o garoto da casa ao lado” achei que a autora Stephanie Perkins não conseguiria mais me surpreender, até que foi lançado ”Isla e o final feliz”, um livro super envolvente e apaixonante, que te faz querer ler e reler milhares de vezes.

Sempre adorei os livros da Stephanie Perkins, além dela fazer os personagens crescerem na medida certa e conseguir desenvolver uma narrativa muito envolvente ao leitor, ela também consegue sempre manter uma conexão entre os personagens de seus livros, Anna e Cricket apareceram em Lola e o garoto da casa ao lado, e em Isla temos a participação de dois personagens principais de cada livro, o que é ótimo para aquelas pessoas que são super apegadas aos personagens (com eu hahaha).

Isla e o final feliz é um romace muito bem escrito e que me surpreendeu a cada capítulo. Com certeza você vai se identificar com o amor platônico que Isla tem por Josh, pelas suas inseguranças e pelos dramas que a cabeça dela consegue fazer. E apesar de ser um romance, o que mais gostei no livro foi como no final (não é spoiler) Isla consegue se encontrar, tirando lições de tudo não planejado que havia acontecido, o que eu achei bem Girl Power da parte de Stephanie, que ainda não tinha tido em nenhuma de suas outras personagens, mas não espere nada feminista ou algo do tipo, é mais como um alerta para o que devemos fazer em qualquer tipo de relação que tivermos na nossa vida.

”Não sei o que quero fazer, nem quem quero ser, nem onde quero morar. Parece que todo mundo já está com o futuro planejado, menos eu.”

1220Desta vez Stephanie Perkins nos conta a história de Isla (se pronuncia Aila), uma garota tímida que se via apaixonada por Josh há mais de três anos, até que em uma madrugada ela o encontra nas férias em uma cafeteria e drogada por analgésicos por causa da retirada do dente siso acaba tendo a coragem de conversar com ele. E depois de acordar e lembrar de poucas coisas ela decide se desculpar com o garoto por qualquer mico que ela tenha passado, mas acaba só o reencontrando na volta as aulas, quando já não tem mais a coragem que tinha para conversar com ele. Mas sem muitos amigos, Josh e Isla vão tentando se aproximar cada vez mais, enquanto lidam com toda a pressão do último ano escolar.

O livro é divertido e super apaixonante, e com certeza pode ser lido por todos os gêneros por tratar de assuntos tão presentes e reais nas nossas vidas como depressão, insegurança, pressão e até autismo. E confesso que fiquei com uma ”ressaca literária” terrível ao terminar de lê-lo.

Sinopse: Tímida e romântica, Isla tem uma queda pelo introspectivo Josh desde o primeiro ano na SOAP, uma escola americana em Paris. Mas sua timidez nunca permitiu que ela trocasse mais do que uma ou duas palavras com ele, quando muito. Depois de um encontro inesperado em Nova York durante as férias, envolvendo uma extração de siso e uma quantidade considerável de analgésicos, os dois se aproximam, e o sonho de Isla finalmente se torna realidade. Prestes a se formarem no ensino médio, agora eles terão que enfrentar muitos desafios se quiserem continuar juntos, incluindo dramas familiares, dúvidas quanto ao futuro e a possibilidade cada vez maior de seguirem caminhos diferentes.

Com participações de Anna, Étienne, Lola e Cricket, personagens mais do que queridos pelo público apresentados em livros anteriores da autora, Isla e o final feliz é uma história de amor delicada, apaixonante e sedutora, que vai fazer os fãs de Stephanie Perkins suspirarem ainda mais.

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Para que já leu Anna e o beijo francêsSim, o Josh deste livro é o mesmo Josh que era melhor amigo de Étienne e que namorava Rashimi, e Isla também tem uma breve aparição em Anna e o beijo francês quando Anna a defende de Emily Middlestone. E se prepare para um momento lindo e único com Anna e St. Clair que te fará vibrar novamente com esse casal que tanto amamos.

FEELINGS: MOMENTOS

Eu quero voltar, pra quando nada era sério
E o futuro era um mistério.

[Você pode ler esse texto ao som de Little Wonders – Rob Thomas]

Quem diria que eu, uma pessoa desapegada de tudo e de todos, ia se apegar… Não a uma coisa, não a uma pessoa, mas a um momento. É tão estranho como os melhores momentos da sua vida passam rápido, pode ser um dia, uma hora ou até um ano, mas você realmente só vai se dar conta de quanto tudo foi bom quando acabar, quando as mudanças começarem a acontecer.

Eu sei, pode ser um pouco normal se apegar a algum momento bom da sua vida, mesmo que você saiba que pra sempre serão apenas boas lembranças. E sei que o normal, é a cada dia criarmos mais e mais memórias e indo aos poucos desapegando das outras. Mas é ilógico depois de tantos e tantos anos sentir tanto apego a aquele momento? E talvez simplesmente apego do sentimento que você tinha ao estar lá, independente se o dia era de chuva ou de sol?

“Você tem uma sensação estranha quando está prestes a sair de um lugar.  Como você não só vai perder as pessoas que ama, mas como também irá perder a pessoa que você é agora, neste momento e neste lugar, porque você nunca mais vai ser assim.” – Azar Nafisi

Talvez eu simplesmente não queira me desapegar, talvez eu simplesmente não queira esquecer. E espero do fundo do coração, que nunca, nunca mesmo deixe de lembrar de tudo de bom que foi vivido.

Mas que saber? Pode passar quanto tempo for… Nós seremos infinitos!

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Na coluna Feelings traremos toda sexta-feita um novo texto para vocês, e se você quer participar basta nos mandar um texto feito por você para o email meutexto@colorindovidas.com com seu nome, idade e cidade. Quem sabe seu texto não aparece aqui para colorir a vida de mais pessoas. 😉

Durantes as férias resolvi deixar algumas redes sociais mais de lado por uma semana, e com certeza me senti com muito mais tempo para VIVER hahaha. Mas uma das redes que mais senti falta foi o snapchat que apesar de não usar tanto o histórico,  com certeza é a rede social mais divertida de todas. E confesso que para continuar totalmente sem o snap tive que apagá-lo por completo do meu celular, porque apesar de não postar, eu sempre acabava entrando no histórico para ver os snaps de cinco pessoas que eu simplesmente ADORO, quer saber quem são? Confere ai a lista dos cinco ”snapchatters” que você precisa seguir.

  • Rafinha Bastos (orafinhabastos)

Sem dúvidas é o dono dos melhores jargões do snap, não tem quem nunca tenha ficado cansado, e ao mesmo tempo usado, as frases de efeito feitas pelo Rafinha, como ”essa fera” e ”um forte abraço”, que sem dúvida já foi frases do dia-a-dia de todos os seguidores do comediante, inclusive da Kéfera e do Maurício Meirelles. Além dos snaps engraçados, Rafinha também posta snaps com seu filho Tom (ou homem aranha para seus seguidores) que são super fofos e divertidos.

 

  • Maurício Meirelles (maumeirelles)

Sou suspeita pra falar do snap dele já que sou super fã do cara, mas não tem quem não ria com ele. Além de criar o ”snap surpresa”, que irrita todos seus amigos mas faz todos seus seguidores rirem e sentirem uma baita vergonha alheia, ele consegue fazer brincadeiras simplesmente com QUALQUER situação que ele esteja passando, seja fazendo graça de si mesmo, seja usando as ”lentes animadas” do snapchat (que inclusive ele usa pra caramba), ou até parecendo uma criança ao descobrir novas ferramentas no snapchat (gente como a gente hahaha).

(Já que não encontrei snaps dele pelo youtube, resolvi fazer a íntima e colocar o vídeo que gravei com ele)

 

  • Josh Peck (JoshuaPeck)

Sim, se você está achando que já ouviu falar nesse nome é porque provavelmente você já ouviu mesmo, é o Josh da série Drake & Josh. Infelizmente ele fala apenas em inglês, mas vale a pena seguir e tentar entender, porque os snaps dele são muito divertidos. Ele adora fazer ”esquetes” de programas ficitícios no snap dele, e o meu favorito é Teen Talk with Jeniffer, onde ele finge que é uma apresentadora teen e fala sobre os ”dramas” teen das garotas. Ele também faz de esportes, do clima, de Natal, de notícias, mas claro que isso tudo super exagerado e bem engraçado.

 

  • Padre Fábio de Melo (FabiodeMelo3)

E por ultimo e melhor temos o padre mais amado do Brasil. E sim, é realmente ele. O Padre Fábio de Melo que já era louco pelas redes sociais agora está também no snapchat, e acredite se quiser mas ele posta sempre lá, mas prometeu que não vai abandonar as outras redes por isto. Além do fato de ser um padre no snapchat, o que já é muito engraçado, se engana quem pensa que ele fala sobre religião ou qualquer coisa do tipo, muito pelo contrário, ele fala sobre coisas engraçadas do cotidiano, como por exemplo o ódio que da na gente quando as pessoas ficam todas felizes em plena manhã de segunda-feira, e a invejinha que a gente fica dos amigos que estão em algum lugar frio enquanto estamos torrando neste sol brasileiro.

 

  • Darah Gomes (darahgomes): EU

Não sou muito de postar coisas divertidas no histórico, mas vivo trocando mensagens e selfies ridículas com meus amigos, então corre lá e me segue para colorirmos os snaps uns dos outros.

P.s.: Mas nada de nudes ein galera hahaha
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E quem você acompanha no Snapchat? Deixa aqui pra gente nos comentários. 😉

Resenha: Perdida

”Perdida” é o primeiro livro da ”série Perdida” da autora Carina Rissi. O livro é uma mistura de páscoa, natal e presentes de aniversários, não há livro mais emocionante e vibrante.

A descoberta do livro é uma história bem divertida por que eu não era uma grande fã de livros românticos e confesso que a primeira vista eu não estava muito afim de deixar meu conforto de lado, mas essa foi a porta para meu mundo literário – literalmente – romântico.

Uma amiga bem próxima me disse que tinha descoberto o livro do amor. Isso mesmo A-M-O-R. Depois de muitos encontros e vários pedidos para que eu me entregasse ao mundo dos corações e fantasias, ela finalmente me convenceu. No mesmo dia quando cheguei em casa fui logo procurar a sinopse e algo dentro de mim despertou para que eu desse uma chance a essa espontânea história. E foi então que eu me apaixonei perdidamente pelo livro, pelo Ian, pela Sofia e pela escrita da Carina.

Sem mais delongas, eu lhes apresento a história do amor que ultrapassa as barreiras do tempo.

1220 Sofia Alonso uma jovem que vive na agitação de uma grande capital no século vinte e um, ligada as tecnologias e a facilidade de tudo, Sofia se tornou uma mulher independente e moderna. Após perder os pais muito cedo,  teve que aprender a se virar sozinha por todos os anos seguintes, e todas as suas confusões estavam acompanhadas de sua melhor amiga, Marina. Depois de muitos problemas no trabalho, Sofia resolve curar suas feridas, afogando todas as mágoas na bebida. Isso resulta em nada menos que perder o celular.

Ao comprar um outro aparelho algo muito estranho acontece, uma claridade sem razão motivada pelo seu novo celular transposta Sofia para o século dezenove. Sem ter ideia do que está acontecendo e como todas as coisas que ela conhece se dissipasse como um passe de mágica, Sofia logo se vê amparada por um misterioso cavalheiro, o Senhor Ian Clarke.

”Olhei para o homem, completamente confusa. Suas roupas eram muito esquisitas e antigas. Muito, muito antigas! Vestia um casaco escuro e comprido, um colete sob ele, gravata — ou talvez fosse um lenço branco amarrado no pescoço — e botas pretas na altura dos joelhos. Ele estaria indo para alguma festa à fantasia? Ou um casamento temático, talvez? Fiquei observando o rapaz enquanto ele descia de seu cavalo com uma expressão preocupada no rosto.  

—Você está bem, senhorita? — ele perguntou, se agachando ao meu lado.”

Sem pistas do que pode ter ocorrido, a única que certeza que possui é que precisa voltar para casa. Com a ajuda de Ian e todas as confusões que os encontram, Sofia consegue encontrar pistas para descobrir o caminho de volta, mas ela não contava com a possibilidade de se apaixonar torridamente pelo homem que parece a conhecer de outra vida. Agora sua batalha não é apenas contra o mistério do seu súbito destino, mas também com seu coração.

”Senti a urgência de seus lábios quando voltaram a tocar os meus e a verdade de minhas palavras penetrar em cada célula de meu corpo enquanto ele me puxava impossivelmente para mais perto. Não me importei com mais nada. Não me importei com o amanhã. Com o que iria acontecer depois. Nada mais importava. Apenas o agora. Apenas Ian. ”

A história e a escrita de Carina nos transporta para partes extremamente vivas da cultura do Brasil, sua simplicidade e beleza. A paixão que cada personagem carrega e sua força diante as dificuldades e a descoberta do amor.

A história de Sofia e Ian realmente desperta coisas adormecidas dentro de algumas pessoas. Sofia transmite de uma forma engraçada e real como estamos presos a tecnologias, além de nos ensinar que mesmo quando estamos em uma situação complicada, podemos encontrar amigos, carinho e um amor capaz de transformar nossas vidas.

Enfim, o livro me rendeu muitas risadas, aprendizados e muitas lágrimas. Espero que vocês também possam dar oportunidade para viver essa história e se deixar aprender coisas importantes para a vida.

Sinopse: Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam. Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa – ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos.

Música Tema de Sofia e Ian.

Série Perdida:

  1. Perdida – Um amor que ultrapassa as barreiras do tempo.
  2.  Encontrada – Á espera do felizes para sempre.
  3. Destinado – As memórias secretas do Senhor Clarke.

Sombra e Ossos” é o primeiro livro da “trilogia Grisha” da autora Leigh Bardugo e pode ser considerado como um livro de fantasia épica.

Antes de lê-lo já havia visto algumas indicações desse livro em alguns blogs, mas não sabia nada do que esperar da historia em si, já que eu não havia lido a sinopse nem lido nada a respeito do livro. Comprei sem pensar, apenas pela capa e pelo titulo – algo que tenho feito muito ultimamente – e comecei a lê-lo. Confesso que no começo tive um pouco de dificuldade com vários nomes estranhos de lugares e pessoas e coisas que ainda não entendia, mas logo a historia começa a se desenvolver facilmente e me peguei terminando de lê-lo em apenas 3 dias.

Esse mundo criado por Leight me surpreendeu. É bem estruturado, com personagens envolventes e com muitas reviravoltas. Muitas vezes nos pegamos imaginando coisas que no final não são nada do esperávamos. O final só me deixou querendo mais. Não me arrependi de ter lido, e imagino que foi melhor ainda por eu não saber o que esperar da historia.

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O livro conta a historia de Alina Starkov, uma órfã que não se destaca em nada e que não tem nada de excitante, ao contrario de seu melhor amigo Malyen Oretsev (Maly) que é bonito, confiante e um excelente rastreador por quem Alina esconde uma paixão desde a infância. Alina é uma cartógrafa que se vê prestes a atravessar a dobra – uma área envolta de escuridão e repleta de predadores – junto ao seu regimento militar. Nessa expedição Alina vê Maly ser atacado  por criaturas da escuridão o que a faz entrar em desespero, libertando assim um poder que ela nem imaginava possuir.

Logo após esse episodio a vida dela muda completamente e ela é levada a uma vida nova, onde ela conhece a vida dos Grishas que são soldados do segundo exercito e mestres da pequena ciência. Eles são divididos em Corporalkis (A ordem dos vivos e mortos), Etherealkis (A ordem dos conjuradores) e Materialkis (a ordem dos fabricadores). Todos eles são comandados por Darkling, que é o mais poderoso de todos e o segundo no comando, logo depois do Rei.

Ela passa boa parte do livro tentado aprimorar o seu novo poder que acreditam que pode destruir a dobra poder e se lamentando pela falta de Maly. Nesse tempo ela conhece a corte real e um mundo totalmente diferente do que ela vivia. Conhece pessoas novas e descobre coisas sobre ela que a mudam completamente.

O final do livro foi surpreendente. Tudo o que aconteceu no decorrer da historia me fazia ler mais e mais. Esse livro vai agradar a pessoas que como eu gostam de mundos fantasiosos e épicos.

 

Sinopse : Alina Starkov nunca esperou muito da vida. Órfã de guerra, ela tem uma única certeza: o apoio de seu melhor amigo, Maly, e sua inconveniente paixão por ele. Cartógrafa de seu regimento militar, em uma das expedições que precisa fazer à Dobra das Sombras – uma faixa anômala de escuridão repleta dos temíveis predadores volcras –, Alina vê Maly ser atacado pelos monstros e ficar brutalmente ferido. Seu instinto a leva a protegê-lo, quando inesperadamente ela vê revelado um poder latente que nunca suspeitou ter.
A partir disso, é arrancada de seu mundo conhecido e levada da corte real para ser treinada como um dos Grishas, a elite mágica liderada pelo misterioso Darkling. Com o extraordinário poder de Alina em seu arsenal, ele acredita que poderá finalmente destruir a Dobra das Sombras.
Agora, ela terá de dominar e aprimorar seu dom especial e de algum modo adaptar-se à sua nova vida sem Maly. Mas nesse extravagante mundo nada é o que parece. As sombrias ameaças ao reino crescem cada vez mais, assim como a atração de Alina pelo Darkling, e ela acabará descobrindo um segredo que poderá dividir seu coração – e seu mundo – em dois. E isso pode determinar sua ruína ou seu triunfo.

Recomendo muito o livro. Se alguém ai já leu, comenta aqui em baixo o que achou. Se gostariam de ver alguma resenha especifica de um livro aqui, avisa a gente. 🙂

Sem Título-1

 

Trilogia Grisha:

  1.  Sombra e Ossos;
  2.  Sol e Tormenta;
  3.  Ruínas e Ascensão;

O Colorindo Vidas te indica hoje uma visita a outro planeta. Sim, vamos fugir da terra um pouquinho. E não, nós não estamos falando de StarWars. Muito pelo contrário, estamos falando sobre a banda do Centro-Oeste brasileiro: A Bella Xu, que é composta por Jenner (vocal), Arthur (guitarrista e vocal), Matheus (guitarrista), Plablo (baterista) e Yev (baixista).

A banda lançou recentemente seu mais novo EP, intitulado Direto de Mart, e esta incrível. Vale a pena conferir no site dos meninos, que inclusive está com um design bem intergalático, o vídeo que eles fizeram de divulgação do novo trabalho, que além de te contarem uma história, tem o clipe de todas as músicas do EP. A música que me deixou mais viciada foi a Sete Vidas, não sei porque mas sempre que escuto fico com uma vontade de viajar hahaha, a canção tem uma pegada mais rock, me lembrou um pouco a banda fresno, mas é ainda melhor.

E como eu já disse: Direto de Mart é o mais novo EP deles, mas não o único. Eu conheci a banda pelo EP 140, que também está cheio de letras muito bem trabalhadas e melodias contagiantes. E o Jenner Melo gravou um acústico maravilhoso do single Incondicional. Confira:
Agora corre lá no site deles para ter uma viagem única, e nos conte depois como foi ok?!
Tem algum álbum legal pra indicar pra gente? Deixa aqui nos comentários. 😉

Nada melhor que as férias pra botar em dia todos os episódios das suas séries favoritas, não é mesmo?! Mas que tal aproveitar pra fazer maratona de seriados totalmente novos? Sabemos que é ótimo assistir séries que já finalizaram a primeira temporada, pois podemos aproveitar nossos dias de folga pra assistir horas e horas sem aquele terrível break semanal, e é por isso que resolvi fazer uma seleção de séries que poucas pessoas conehcem mas que com certeza vocês vão adorar.

    • Eye Candy

Eye Candy é uma serie de suspense da MTV Norte Americana que conta a história de quando Lindy (Victoria Justice), uma jovem hacker, que após ter alguns encontros marcados pelo aplicativo flirtual (lê-se Tinder), começa a ser perseguida 24h por um stalker meio serial-killer. Enquanto ela tenta descobrir qual de seus ”dates” é seu stalkear, ela tenta se vingar do sequestro de sua irmã mais nova (Não, isso não é um spoiler).

A série é muito boa, os episódios te prendem muito e com certeza é o tipo de série que você não consegue largar até terminar de ver a temporada toda, que infelizmente ainda só há uma.

  • Selfie

A série é uma comêdia romântica que conta a história de Eliza Dooley (Karen Gillan) que é viciada em redes sociais e faz de tudo para ganhar mais fãs e likes nas redes. Depois de acontecer alguns desastres na sua imagem e ser chamada de superficial ela chama Henry (John Cho), seu colega de trabalho e especialista em marketing, para ajudar a melhorar sua imagem.

Eu não dava muito pela série quando ouvi falar, mas assisti e adorei, é muito divertida e com certeza da pra gente repensar muito sobre o que colocamos nas redes! O destaque da série é ver a interação entre os personagens Henry e Eliza que são totalmente o oposto um do outro mas que com o tempo vão se ajudando e aprendendo muito um com o outro.

  • The middle

A série conta a história da família Heck, uma família bem simples que moram no pacato estado de Indiana. É uma série que vai surpreender a todos, pois os episódios são muito divertidos… Mas não pense que eles são aquele tipo de família de comercial de margarina que vivem felizes uns com os outros, pelo contrário, o legal da série é passamos a nos identificar com a família, nas bagunças, nas brigas, nas críticas feitos pela mãe, nos irmãos chatos hahaha. Entre os personagens que vou destacar está o Axl, o filho mais velho que é o típico irmão chato, mas é super popular e sempre acha que o mundo inteiro está contra ele, a irmã do meio Sue que é ingênua, otimista e vive sempre a sombra de seu irmão mais velho, e por último temos o meu personagem favorito que é o irmão mais novo que é viciado em ler, tem problemas de socialização e tem umas manias muito estranhas, do tipo sussurrar pra si mesmo.

É uma comédia bem rara hoje em dia, pois não apela pra ser engraçada, apenas mostra cenas que podemos encontrar até no nosso próprio cotidiano. E é um seriado que posso recomendar pra todos, e se você poder assistir com a sua família melhor ainda, são risadas certas e muitos momentos de identificação hahaha.

  • The royals

The Royals, ou para os mais íntimos A Realeza, conta a história de uma família real inglesa totalmente diferente do que a gente imagina, ta mais para uma família Kardashian do que uma realeza hahaha. A família é constítuida pela rainha Helena que só pensa em si mesma e na imagem que vai passar para seus súditos, pelo rei Simon que é a pessoa mais normal e justa dessa série, sua filha Eleanor que tem problema com bebidas e drogas, e Liam que tenta lidar com a ideia de ser sucessor do trono depois de descobrir que seu irmão mais velho, príncipe Robert, faleceu (Não, isso também não é um spoiler). A história tem bastante informação pra ser digerida no começo então vou resumir o resumo pra vocês hahaha… Primeiro tem o Liam que se apaixona pela filha do chefe de seguranças, o irmão do rei Simon que tenta de tudo para assumir o posto de rei da Inglaterra (meio rei leão, né?!), e Eleanor que vive em ”fights” com sua mãe. A série é cheio de dramas e clichês, mas é muito divrtida de se assistir também.

The Royals é a primeira série ficcional do canal E!, e apesar de poucas pessoas terem botado fé no seriado a princípio, depois de alguns episódios serem lançados a série finalmente conquistou o coração de muita gente nos Estados Unidos e já ganhou sua segunda temporada que estreou em Novembro. Confesso que a minha primeira impressão foi terrível, foi muita informação junta em um episódio só. Mas com o tempo todo o enredo foi se ajeitando e ficou realmente muito interessante, não chega a ser uma das minhas séries favoritas mas com certeza vale a pena assistir!