[Você pode ler esse texto ao som de Let It Go – Demi Lovato]

“Seja a boa menina que você sempre precisou ser. (…) E os medos que uma vez me controlaram, não chegam nem perto de mim aqui no ar frio, onde eu finalmente posso respirar.” – Let It Go

Eu tenho um recado pra você que tem se cobrado constantemente e deixado de viver para si afim de viver para os estudos. Pra você que está deixando morrer sua vida social e que já nem sabe o que é sair e dar umas boas risadas com seus amigos. Pra você que está rodeada de livros e obrigações ao invés de estar rodeado de pessoas.

Esse recado é pra você que caiu nas redes do “Você precisa ser o melhor, ou dar o seu melhor” fazendo você ultrapassar todos os limites do seu corpo. Aquela concepção errada que nos enquadram de que precisamos abdicar de tudo para se chegar onde quer e que na maioria das vezes com 18, 20,22 anos ainda não sabemos se queremos mestrado ou se queremos sei lá viajar depois da faculdade. Muitas vezes com 18 anos nem sabemos que curso queremos e isso já é motivo para entrar em desespero, os pais cobram que você faça alguma graduação e você se sente angustiado ao ver seus amigos que desde a infância já sabiam que queriam medicina enquanto você gostava de brincar de bola na rua.

A sua apreciação pela arte, pela música de nada valem e você precisa gostar de matemática ou ser muito boa em biologia. Desde cedo essa cobrança com o que devemos ser dentro de um prazo é o que leva muita gente a adentrar na faculdade e não saber lidar com as frustações do meio acadêmico.

Esse recado é pra você que como eu, acordou e não conseguiu fazer aquele trabalho da faculdade, que trocou um feriado de estudos por um feriado com séries, e que depois ficou se culpando como quem deveria ter feito algo e não fez. O mundo acadêmico exige responsabilidades e não estudar no feriado não faz de você um preguiçoso, não ter vontade de estudar no domingo não faz de você um irresponsável. Você não é uma máquina, você é um ser humano e embora isso nem sempre nos pareça óbvio e real, nós temos nossas limitações e o cansaço sempre aparece, ele sempre vem.

As cobranças sociais não nos preparam para isso, elas apenas nos jogam lá como quem precisa produzir. Você precisa tirar notas excelentes, precisa fazer seu TCC, precisa estudar pro mestrado ou já ir se preparando para um concurso, você precisa ter tantos artigos publicados e seu currículo precisa estar bom o suficiente para alguém olhar e dizer: “Ual” e tudo isso em um prazo mínimo, em um tempo curto que não nos permite o melhor da vida: Viver.

Se você quer seguir carreira acadêmica e pensa tanto no mestrado ótimo, sei que não medirá esforços para atingir seu objetivo, mas não se cobre tanto. É importante ousar, ter sonhos e querer sempre avançar e eu acho que o mundo acadêmico nos permite progredir e alçar voo. É um mundo de possibilidades e temos a escolha de não nos tornar prisioneiros. Temos a liberdade de saber dosar as obrigações e de assumir nossos fracassos não como quem desiste mas como quem não estava bem no dia em que fez a prova, ou não conseguiu assimilar o conteúdo. Como quem estava com problemas e teve sua atenção dispersa durante a prova. Como quem não entendeu as explicações do professor e tudo bem tirar um 6.0.

Então pare de se culpar por não ter tirado um 10,0 naquela prova que você tanto estudou, não se culpe por não ter conseguido fazer todos os trabalhos que você tinha programado durante a semana e porque um dia ou outro você deixou de estudar pra ir tomar um café com um amigo e falar das besteiras da vida.

Então pare de olhar em volta e achar que todo mundo está conseguindo render ao máximo, que todos estudam loucamente e que você é quem está ficando para trás só porque entre tantos domingos você não conseguiu estudar nesse. Só porque você dormiu enquanto estudava para uma prova mesmo tendo tomado tanto café para se manter acordado.

O que quero dizer é que viver não faz parte do currículo, boas risadas, momentos agradáveis, ver aquele filme que estreiou no cinema e deixar de lado as preocupações não nos torna irresponsáveis, nos torna humanos.

Não tem problema acordar no domingo e ir querer comer pastel na feira logo cedo ao invés de querer terminar sua pesquisa, não tem problema se você não conseguiu produzir como gostaria no feriado e acabou apenas fazendo um trabalho entre tantos, porque acabou caindo no sono. Não tem problema se você não conseguiu escrever nada do seu TCC hoje. É que somos humanos e não temos disposição todo dia, não temos energia o tempo todo e embora a sociedade e a vida acadêmica exija constantemente que devemos ler tantos mil textos por semana, que devemos produzir, produzir e produzir, nós nem sempre conseguimos acompanhar esse ritmo, então aceite pausas. Faça paradas. E isso não tem nada a ver com desistir ou andar pra trás. Isso tem a ver com permitir. Permitir tomar um sorvete em um domingo a tarde e sair com os amigos no sábado a noite sem culpas, isso inclui permitir viver longe de se achar problema ou dotado de dificuldades porque não conseguiu varar uma noite estudando ou porque por algum motivo – provavelmente o cansaço- você não conseguiu terminar o seu TCC.

Não é normal se culpar por não conseguir estudar depois de um dia inteiro na faculdade, não é normal se culpar por não ter conseguido estudar no feriado ou por não ter aguentado estudar durante toda a madrugada. Que essas cobranças não nos aprisione e que nós possamos conhecer as teorias e dominá-las sem deixar de conhecer a nós mesmos e aos outros, sem perder o controle da nossa vida e deixar que as cobranças tomem a direção.

Você pode saber como faz referências nas normas da ABNT e da APA sem precisar consultá-las, pode saber perfeitamente como elaborar um projeto de pesquisa, mas você também precisa saber viver. Precisa saber respeitar quando seu corpo diz não e quando você está cansada emocionalmente depois de uma semana de provas. Como já disse anteriormente, viver não consta no Lattes e ao contrário das teorias e coisas que nos ensinam a todo tempo, viver não segue um manual, aprenda a sobreviver as cobranças, não mergulhe nelas a vida é muito mais que isso.

(Escola coloca muita pressão nos adolescentes e eles crescem depressivos porque os fizeram sentir como falhos)

Texto por: Thamilly Rozendo

Na coluna Feelings traremos toda sexta-feita um novo texto para vocês, e se você quer participar basta nos mandar um texto feito por você para o email meutexto@colorindovidas.com com seu nome, idade e cidade. Quem sabe seu texto não aparece aqui para colorir a vida de mais pessoas. 😉

Vivemos em uma busca incansável pela tal da felicidade. Odiamos as segundas-feiras e torcemos para que a semana passe rápido. Os estudos, o trabalho tem se tornado um fardo e contamos os dias para as férias chegarem. Vibramos com os feriados e aproveitamos o nosso tempo livre dormindo.

Trocamos conversas numa tarde qualquer pelo bate papo e as redes sociais. Deixamos as ligações de lado e mandamos um áudio no whatsapp. Só lembramos dos aniversários porque o tal do Facebook nos avisa, e já desconhecemos o que é uma biblioteca porque o mestre Google sempre responde aos nossos questionamentos. Vivemos a espera dos romances de filmes, mas dispensamos as pessoas porque não queremos compromissos.

Nos auto intitulamos independentes, mas vivemos carentes de um colo e um cafuné. Adoraríamos ter alguém para tomar um café e apenas conversar, mas vivemos reafirmando aos quatro cantos do mundo o quanto é bom ser sozinho e que tudo está bem. Defendemos a política do bom senso, do não ao preconceito, mas julgamos a tudo e a todos,  o tempo todo. Falamos das relações superficiais, mas já nos esquecemos do que é um abraço.

Vivemos num paradoxo, vivemos em contradição. Vivemos criando padrões e expectativas que são difíceis de alcançar. Colocamos alvos e metas, mas esquecemos de ir atrás. Esperamos que tudo aconteça ao natural. Colocamos a felicidade como meta e vivemos no lance do quando… “quando eu passar em um concurso vou ser feliz”, “quando eu conseguir aquele emprego vou ser feliz”, “quando eu ganhar bem vou ser feliz”, “quando eu casar vou ser feliz”. Mas o grande engano é que sempre haverá outros desejos, outras metas e sempre estaremos adiando a nossa felicidade.

Idealizamos o amor e deixamos escapar os gestos mais bonitos, o carinho, o afeto verdadeiro, e o sentimento sincero. Felicidade e amor não devem estar alicerçados em coisas ou pessoas,  fazer isso é chamar a decepção e convidá-la a fazer parte da sua vida. Mude a cara da sua segunda e deixe a semana passar sem pressa, aproveite cada momento e se realize nas pequenas coisas. Seja a melhor versão de você mesmo em tudo, espere grandes coisas, você merece, mas aprecie as pequenas coisas, afinal elas também podem te proporcionar grandes coisas é só você buscar ver o mundo com outros olhos.

Permita-se viver, veja a oportunidade em cada dificuldade, aproveite as chances que a vida dá. Não desperdice seu tempo com coisas vãs, não se deixe chatear por coisas sem valor, por pessoas que não se importam com você. Veja a vida com outros olhos, a tal da felicidade não tem nome, nem lugar, nem hora pra chegar.

Texto por: Thamilly Rozendo

Na coluna Feelings traremos toda sexta-feita um novo texto para vocês, e se você quer participar basta nos mandar um texto feito por você para o email meutexto@colorindovidas.com com seu nome, idade e cidade. Quem sabe seu texto não aparece aqui para colorir a vida de mais pessoas. 😉

Salve!

Você tem uma palavra rápida para definir a capoeira?

Violência, marginalidade e extremamente ligado a religião? Essa seria a resposta de várias pessoas que não sabem da história desse esporte.

A capoeira, um esporte ligado diretamente com a cultura brasileira e uma das maiores transportadoras da língua portuguesa no mundo, é uma atividade física que trabalha todo o corpo, além de exercitar a mente, incitar a disciplina, autoconfiança, coordenação e desperta o respeito pelo próximo.

A capoeira foi um tempo de diversão para os negros escravos que foram transportados para o Brasil na época da escravidão. No início ainda não haviam os instrumentos para uma bateria de capoeiristas, mas os sons eram feitos pelas palmas e batidas dos pés. Existem dois tipos marcantes da caracterização da capoeira, inicialmente a Angola e logo mais a Regional.

A mãe da capoeira é a angola, originalmente pela dança da zebra, ou celebração da puberdade. Crianças e jovens, em dupla disputavam as mulheres de suas aldeias, os chutes, cabeçadas, coices, eram as bases dos movimentos. Quando os negros escravos chegaram ao Brasil e conseguiam um tempo de descanso, havia a união de suas culturas e assim surgiu a capoeira de angola. Esse novo estilo de luta se tornou mais característico com vários outros tipos de movimentação, musicalidade sobre suas descendências e golpes para conseguirem fugir dos ‘senhores do mato’.

Vicente Joaquim Ferreira Pastinha, Mestre Pastinha foi o responsável por inserir este esporte no país com seu estilo de jogo de angola. Muitos fatores estruturais como a libertação dos escravos e o aumento da desigualdade e criminalidade, marcaram a luta como algo negativo na sociedade. Foi necessária uma estratégia diferente de ensino e trabalho físico e mental para transmitir e aperfeiçoar a capoeira, mas Mestre Pastinha encontrou êxito em expandir essa manifestação cultural e tornou seu método uma tradição.

O jogo de capoeira ainda era um tabu visto pela comunidade como uma forma de violência. Manoel dos Reis Machado, resgatou o valor cultural da capoeira e revolucionou a luta com movimentos de outros combates, acompanhado de música.  Mestre Bimba foi o responsável por tirar a capoeira da marginalidade, trazendo esse esporte como estilo de vida. Pensar, agir e ser.

O esporte ganhou força a partir de 1940 e o atual presidente da época, Getúlio Vargas, atento a essa grande expansão no Brasil, liberou a prática da capoeira no território nacional e o consagrou esporte.

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É claro que o tabu não só incorporava apenas ao exercício, a participação da mulher em público era considerada uma rebeldia pelos padrões da sociedade. Assim, eram ministradas aulas particulares e escondidas dos olhos da comunidade. Mas, essa também foi uma barreira quebrada, a participação da mulher vai muito além de graça e beleza. O respeito, confiança e tolerância que são praticados, fizeram com que a participação feminina fosse possível.

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Com o passar dos anos, a capoeira foi ganhando características, sons e várias manifestações culturais. O Maculelê é uma simulação de uma luta tribal, usando dois bastões ou facões. O Samba de Roda tem como objetivo quebrar o clima tenso durante uma roda de capoeira. A Puxada de Rede é uma dança para a celebrar os frutos de uma pescaria e a Dança do Fogo é uma dança africana que simula uma luta com bastões de fogo. Todas essas, são manifestações que expandiram com o passar dos anos, porém, cabe ao Mestre do grupo decidir quais serão inseridas na sua maneira de ensinar.

As canções e ritmos de movimentação são característicos de cada toque na capoeira, o São Bento Pequeno e São Bento Grande da Regional ou São Bento de Bimba, dita qual será o tipo de jogo em uma roda.

São Bento Pequeno é um toque para floreio, movimentos que mostram boa execução, equilíbrio e força. Um jogo bonito e sem ataques.

São Bento Grande da Regional ou São Bento de Bimba é um toque especifico para movimentos de luta, precisão de jogo e percepção do adversário.

A graduação e bateria, variam de cada grupo, modalidade e região, assim haverá várias formas de serem expressadas. A graduação tem como maior patente o Mestre e as seguintes também variam de acordo com os grupos, assim alguns dos seguimentos são:  Mestrando, Professor, Instrutor e Aluno respectivamente. A bateria é composta por berimbau, pandeiro, atabaque e pode-se acrescentar agogô e reco-reco.

Galera, respeito, dedicação, conhecimento pela história e treino te fará um bom aluno, para chegar longe depende apenas de você! Espero que tenham gostado de conhecer mais sobre esse esporte fascinante e que faz bem para o corpo e para a vida.

 

Um feliz dia do Capoeirista para vocês e muita roda boa por aí. 

 

Salve! :*

 

 

 

Haverá um tempo, um tempo bem mais a frente do que esse, em que saberemos o que é amar alguém, apenas por saber que ela existe. Os olhos ainda não se encontraram, os sons de suas vozes ainda não foram ouvidas, nem mesmo a guerra de chegar viva, ainda foi travada, mas por uma simples razão de um coração que bate em conjunto com o outro, nasce um amor tão puro e vivo que é capaz de perdoar qualquer erro do passado, qualquer aflição existente, supera qualquer coisa.

Se você analisar bem atentamente, vai perceber que o seu primeiro aliado na vida não foi seu pai ou sua mãe, mas foi sua segunda casa, aquela que te conforta e aquece por onde você for, é o vovô e a vovó que te guia nas primeiras horas de guerra da sua vida no mundo. Aqueles que são duas vezes pais e mães, duas vezes mais amor e duas vezes mais esperanças.

Você se lembra de quando queria fazer alguma coisa e seus pais diziam não? Era aquela coisa mais louca, como sair voando pelo telhado, ou sair a noite para fazer uma trilha apenas com seu gato como companhia? Mas, mesmo no seu momento de frustração, aquela voz experiente e apaziguadora, te lembrava que você era apenas uma criança, mas que haveria sempre uma maneira de realizar o seu sonho, seja ele o mais impossível de todos, e por um segundo, seu mundo inteiro se aconchegava no calor de um abraço.

O amor pode viver nos braços de alguém.

Obrigado por completar meu coração. Por ajudar a cola-lo quando o mundo diz que não sou suficiente, mas sua fé em mim me faz crer que posso ser do tamanho dos meus sonhos. Que seu coração se junte ao meu nesse espaço do mundo, e que um dia o meu coração possa ser igual o seu para aquele que nem imagino que existirá.

Obrigado, vovó e vovô.

 

 

Nesta sexta-feira (29) começa o Festival Uberlândia POP, que trará para cidade atrações brasileiras do pop com elementos de rock e mpb, como CPM 22 e Tiago Iorc, o que não é muito comum de se ver atualmente. E para entrar no clima nós preparamos um top 5 de músicas pops com os artistas que vão marcar presença no evento.

  • NX Zero

A banda de pop rock NX Zero começou em 2001 e já teve vários hits de sucesso no Brasil. A banda, composta por cinco integrantes, lançou recentemente o sexto álbum, intitulado Norte, em que o vocalista Di Ferrero contou ao Napster que Arctic Monkeys, Kendrick Lamar, entre outros, para fazer um som mais maduro, sexy e pra cima.

Uma das músicas que mais chamou a minha atenção no novo álbum foi a “Fração de Segundo”, feita em parceria com Lulu Santos.

  • CPM 22

O CPM 22, que está em turnê de comemoração aos 20 anos de carreira, já contam com nove discos no total e com uma carreira longa, eles já tem grande influência no pop rock nacional. Eles foram uma das poucas bandas brasileiras a ganhar um disco de ouro e em 2008 chegaram até a receber um Grammy Latino. Não há muito o que falar, afinal de contas quem não conhece CPM 22 né?! E para entrar no clima do festival preparamos uma das músicas mais conhecidas da banda: Um minuto para o fim do mundo. Pode aumentar o som e sair cantando!

 

  • Tiago Iorc

Tiago Iorc?! Nunca ouvi falar. Não, mentira. Quem acessa o blog sabe o quanto eu já falei dele, mas nessa lista não poderia faltar e eu ainda não falei sobre o novo EP, Sigo de Volta, que foi lançado recentemente com quatro músicas. Como de costume as canções tiveram grandes influências do pop e mpb, mas escolhi mostrar pra vocês a Chega Pra Cá, que foi a que eu mais gostei e uma das mais pra cima do EP.

 

  • Karol Conka

O som da Karol Conka tem grandes influências do rap, mas com letras e melodias contagiantes não há quem não se vicie em suas músicas. Ela ficou conhecida por postar vídeos no MyScape e chegou até a ser indicada ao prêmio de Aposta do Ano no VMB 2011, mas foi em 2015 que ela realmente emplacou nas paradas musicais com seu single Tombei, que inclusive é o que vou deixar ai em baixo pra vocês, mas na versão que ela canta com a banda NX Zero.

  • Rota 44

Agora que tal falarmos de uma banda regional?! Além desses e outros artistas, o festival também vai contar com bandas de pop da região mineira. Uma delas é a Rota 44, que com quatro integrantes, fazem um som mais pop rock. Eles são bastante conhecidos na cidade e já até ganharam o concurso nacional Coca-Cola Music Connection, em 2013. O último clipe dos meninos, do single Segundos em parceria com Bu Maffei, foi lançado este mês, confira:

Eai, curtiu nossa listinha?! Tem algum artista pop que não está na lista e você quer indicar pra gente? Deixa aqui nos comentário, quem sabe sua indicação não aparece na próxima vez. 😉 O Festival Uberlândia POP acontece nos dias 29 e 30.

Vamos falar sobre a maravilhosa obra produzida por Satoshi kon, que retrata a vida de uma atriz e como suas experiências pessoais estão intrinsecamente ligadas aos papeis que ela viveu. Chiyoko Fujiwara, é a personagem principal da animação e vemos como sua vida se modificou por meio de uma busca pelo amor verdadeiro.

A animação é feita de forma incrível e para contar a história de Chiyoko, o diretor faz o uso de flashbacks, colocando o telespectador diretamente no cenário, entretanto a grande sacada do filme é fazer uma mistura entre as personagens que ela vivera e o que realmente aconteceu em sua existência. O tempo torna-se algo relativo fazendo uma viagem por eras e períodos do Japão, dependendo sempre, de onde se encontra a atriz, se é em sua vida pessoal ou um de seus personagens.

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A obra é um ótimo exemplo de como uma animação pode ser coisa de adulto sim, abordando por muitas vezes assuntos sérios como as guerras que ocorram, como as pessoas consideradas contra o governo eram caçadas e como os filmes fizeram parte dessa trajetória. O diretor Satoshi Kon, é conhecido por abordar temas polêmicos de uma forma bem sutil e seu estilo gráfico visual é espetacular, como podemos ver nessa obra incrível que tem como cerne a jornada em busca do  verdadeiro sentimento.

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Sabe quando você lê um livro muito bom e esquece de toda sua rotina antes dele? Essa foi minha experiência com The Kiss of the Deception.

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Eu perdi as contas de quantas vezes me questionei do por que eu demorei tanto para ler esse livro!

Eu estava de bobeira no shopping da cidade, esperando dar o horário para voltar aos estudos, quando pensei em ir dar uma volta na livraria. Circulei pelos corredores e olhando cada livro mais apaixonante do que o outro, quando me deparei com esse livro maravilhoso. Foi amor à primeira vista, não posso negar!

Vamos a história:

A jovem princesa Lia, primeira filha do reino de Morrighan está preste a se casar com o príncipe de Dalbreck, mas esse não é o ponto final que a jovem planejou. Vivendo com os pais e os três irmãos mais velhos, além do peso do dever em suas mãos, Lia planeja sua fuja com sua acompanhante, Pauline no dia de seu matrimonio. E essas foram as primeiras páginas da nova vida da garota.

A fantasia encanta e enriquece a história a cada página. A princesa, primeira filha, é aquela abençoada por possuir um Dom. Mas como acreditar se o que você sempre fez a vida toda foi reprimi-lo?

Com dois cavalos e um pouco de dinheiro para se sustentarem até chegarem em seu destino, a princesa Lia e Pauline, seguem em direção a uma humilde província, onde os inícios de suas novas vidas começariam, porém a fuga das garotas despertou segredos que a muito tempo estavam guardados e conflitos entre dois grandes reinos.

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Mas, assim como em contos de fadas, o príncipe sempre irá atrás das vontades de seu coração, assim como as forças do mal também trabalham contra a felicidade deles.

Agora, um assassino e um príncipe irão ao encontro de Lia, e lutam para ter seu coração.

Em Terravin, as garotas encontram abrigo na estalagem de Berdi, além de muitas confusões e dois misteriosos e encantadores homens. Kaden e Rafe.

Pescador? Fazendeiro?

Assassino? Príncipe? 

”Porque, sempre,desde o primeiro dia em que a vi, tenho ido dormir pensando em você e, todas as manhãs, quando acordo, meus primeiros pensamentos são sobre você.”

Mas, as coisas começam a sair do controle e dos planos de Lia quando uma tragédia chega até sua família, e na mesma hora em que um coração pode estar decido a se entregar ao amor, ele também encontra conforto na guerra.

Lia se vê seduzida pela paixão, pelos medos, segredos, até o momento que ela deve partir. E na despedida é que a vida muda de curso, nós mostrando o quão pequenino são os nossos planos.

Todas as teorias que os leitores tramam em suas mentes sobre o enredo, caem por terra quando vemos nossas certezas serem quebradas uma a uma.

”Vi a expressão nos olhos dele. Meu coração batia com tanta força que martelava em minhas costelas.

-Você está bem? A voz dele estava baixa e rouca.

-Sim. Sussurrei.

O rosto dele pairava mais próximo do meu. Eu ia me afastar, desviar o olhar, fazer alguma coisa, mas não fiz e, antes que soubesse o que estava acontecendo, o espaço entre nós desapareceu”.

 

Sinopse

Plante ilusões e você colherá do mundo grandes decepções
A força feminina é a grande estrela neste romance de Mary E. Pearson. Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas – menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro?
O primeiro volume das Crônicas de Amor e Ódio evoca culturas do nosso mundo e as transpõe para a história de forma magnífica. Através de uma escrita apaixonante e uma convincente narrativa, o romance de Pearson é capaz de mudar a nossa concepção entre o bem e o mal e nos fazer repensar todos os estereótipos aos quais estamos condicionados. É um livro sobre a importância da autodescoberta, do amor e como ele pode nos enganar, e de uma protagonista em busca de sua liberdade e felicidade a qualquer custo.

 

Uma mistura de Kiera Cass e Jane Austin com toda a certeza.

Até :*Sem-Título-1-300x97

[Você pode ler esse texto ao som de Don’t Worry Child – Swedish House Mafia]

Era tão bom ser criança! Se eu não fosse tão inocente, nunca teria a vontade de ser um adulto.

Após anos de espera a grande sequência de Procurando o Nemo finalmente saiu, todos com aquela nostalgia da infância para rever os personagens, rever o mundo de baixo d’água, ver uma animação tão amada desde pequenos. Você sabia que esse filme foi lançado a exatamente 13 anos? Eu tinha apenas 6 aninhos quando a produção foi lançada e passei minha vida vendo e revendo, posso dizer que entrar na sala do cinema para ver Procurando Dory foi realmente uma mistura de alegria, animação e saudade, principalmente a saudade.

Esses pequenos momentos que nos fazem voltar a anos atrás de nossas vidas realmente nos fazem pensar no tempo, não é mesmo?! Nos faz pensar na nossa vida. Uma época que tudo era mais fácil e simples, mas que como em todos os momentos da nossa vida, nós não soubemos aproveitar o bastante com o sonho de fazer 10 anos, depois 15, depois 18 e assim vai indo… Mas porque nós mudamos tanto nesse meio tempo? Nós que éramos crianças sonhadoras, hoje somos adultos que se conformaram com a rotina. Porque?

Como não podemos voltar no tempo, porque pelo menos não tentamos voltar à aquela simplicidade de criança que ainda está dentro de nós? Resolvi tomar a personagem Dory como uma inspiração: “O que Dory faria agora?”. Acho que o que mais nos chama atenção na personagem é o fato dela ir atrás do que quer, não ter vergonha de se expressar e estar sempre pronta pra ajudar, assim como uma criança é. Tente levar essa perguntinha para o seu dia-a-dia, talvez você não precise usa-lá literalmente e começar a responder as pessoas na linguagem de baleia [lê-se balêies hahaha], mas quando você quiser desistir dos seus sonhos ou esquecê-los lembre dela e tenha a certeza que ela iria correr atrás. 😉

Independente do que aconteça… Continue a nadar!

“Quando eu era mais novo colocava os braços dentro da camiseta e dizia às pessoas que os tinha perdido. Eu dormia com todos os animais de pelúcia para nenhum ficar ofendido. Eu acordava cedo de manhã só pra correr para o sofá da sala e assistir TV. Eu esperava atrás das portas para assustar as pessoas, mas saía sempre, porque elas demoravam ou porque tinha que fazer xixi. Eu fingia estar dormindo no sofá para o meu pai me carregar para a cama. Eu costumava pensar que a lua seguia o carro e olhava para aquelas gotas escorrendo na janela como se fosse uma corrida. Lembram-se quando éramos crianças e queríamos crescer? O que é que havia na nossa cabeça?”

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Orange is the new black é uma série original do serviço de streaming Netflix, para quem não conhece o programa traz como temática principal as relações sociais que acontecem dentro do presídio feminino de Litchfield, onde inúmeras mulheres têm que conviver 24 horas por dia enclausuradas, o que é um prato cheio para que temáticas polêmicas e até mesmo cômicas sejam abordadas.

Nas temporadas passadas o enredo do grupo de detentas sempre reservava momentos de suspense e tensão, mas sempre com muito humor misturado para que os problemas dessas criminosas fossem abordados de maneira leve e fácil. Já na quarta temporada o principal foco é na personagem Piper, que se vê em uma encruzilhada, onde vê seu negócio de calcinhas usadas indo por água abaixo assim como sua falsa tentativa de se auto intitular a “chefona”.

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Entretanto, a série ainda aborda assunto mais pesados, como a segregação de raças que existe nos presídios e como isso pode ser prejudicial dependendo da sua etnia, como vemos na série existem classes principais como, as negras, as latinas, as fanáticas religiosas dentre outra, e agora na quarta temporada vemos a crescente facção ariana nazista crescendo e conquistando espaço no cárcere, e ainda como as mulheres asiáticas são jogadas para escanteio, pois, não conseguem se encaixar nessas divisões.

A minha única crítica a série que depois de ter encerrado essa nova temporada com um ótimo gancho é que teremos que esperar um ano para saber o que vai acontecer com as prisioneiras de Litchfield, então se você ainda não viu essa obra, recomento que começo o mais rápido uma mega maratona e se deleite com uma história que sai da zona de conforto e mostra que historias poderosas nem sempre vem de pessoas integras.

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A data oficial de festa junina foi nesta sexta-feira, 24, pelo Dia do São João. Mas ainda vamos ter bastantes festas “julinas” em Julho, e mesmo se você não tiver, porque não fazer uma? Nesse Se Inspire da semana nós vamos te ajudar a montar um decoração simples e muito linda de festa julina, e vamos também mostrar algumas dicas de como se vestir sem precisar alugar roupas. Ps: Tem promoção de festa julina rolando no nosso Instagram, leia o post até o final para saber como participar. 😉

3Se você está pensando em fazer uma festa julina para um número maior de pessoas, você pode colocar uma área mais “confortável” com sofás e puffs, e decorar com mais atenção para ser um local para os convidados descansarem um pouco e tirar fotos. As festas de 15 anos tem usado muito este tipo de decoração para ter um espaço mais cool aos jovens.

 

Já que estamos ajudando vocês a se inspirarem pra fazer a própria festa julina, porque não fazer uma mais íntima só pra família ou amigos mais chegados?

Uma ótima ideia pra você fazer até na varanda de casa, você pode fazer algumas bandeiras em tons pastéis e colocar algumas luzinhas. Vai ficar bem lindo, e bem tumblr.

 

Querendo ou não, de nada vale uma decoração bem temática, uma roupa xadrez e uma festa animada se não tiver todos os comes e bebes de festa junina não é mesmo?! É o que torna os meses de Junho e Julho um dos mais esperados do ano. E porque não deixar eles com a cara da festa também?

[Se Inspire] Festa junina + PROMOÇÃO

Uma boa dica é usar e abusar do chapéu de palha, que você pode colocar as comidas tanto dentro, quanto fora, do chapéu. Mas vale lembrar que é bom que os alimentos estejam sempre embalados ou o chapéu esteja forrado para que nenhuma “farpinha” do adereço passe para os petiscos.

A fogueira é sempre uma boa pedida pra essa época fria do ano, e tem tudo haver com a festa. Mas se o espaço não suporta uma fogueira de verdade, que tal fazer uma fake? Pode ser até uma pequenininha no meio dos alimentos. Para fazer basta você comprar papel celofane na cor vermelha e amarela, cortar algumas fitinhas do material e juntar. Você pode usar em um vidrinho e colocar alimentos ao redor como na terceira imagem, ou pode usar no meio dos milhos cozidos.

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O chapéu de palha pode servir para decorar as mesas também, e se você quiser fazer algo diferente, você pode comprar tintas em spray e pintar os chapéus das cores que você preferir. O xadrez também é algo indispensável na hora de decorarmos uma festa julina, você pode apostar em alguns retalhos nos chapéus de palha ou nos potinhos onde vão as comidas, ou os talheres como aparece na segunda imagem.

E quem disse que as comidas em si não podem ser decoradas? Você pode pintar o cabinho das maças do amor de verde e prender uma folhinha com cola quente, mas vale lembrar que mesmo que a folha vá apenas no cabinho, é sempre bom lavar bem para o caso de encostar na fruta. Você pode fazer também uma maça com pipoca, a mais pedida é a que vem com caramelo e pipoca por cima, mas lembre-se de não colocar sal já que a pipoca vai jutno com o doce.

5Não vamos nos prolongar muito nos looks porque isso vai da imaginação e estilo de cada um, mas uma regra é clara: Abuse do xadrez, se tem uma época pra isso é agora então se joga, e não tenha medo de misturar estampas, afinal de contas até pedaços de retalho ajudam na hora de compor a produção.

Mas se você tem alguma peça xadrez mas não sabe como usá-la, você pode se inspirar em desses looks

 

Vale lembrar que para os homens, algum acessório como gravata, suspensório ou um colete fazem toda a diferença para montar um look diferente para as festividades deste mês.

PROMOÇÃO: 01 par de ingressos para a festa julina do Rocknbeat’s
Promoção 01 par de ingressos rocknbeats uebrlândiaQuer ir ao Rocknbeats – Edição Festa Junina na faixa?
Nós estamos sorteando no nosso Instagram 01 par de ingressos para a festa, que acontece no dia 02 de julho no Groove, em Uberlândia-MG.

Para participar você deve seguir essas regras:
– Siga o IG @ColorindoVidas no Instagram.
– Curta a foto oficial do sorteio. (Encontre a foto pela hashtag ‪#‎PromoColoreMinhaVida‬ no Instagram)
– Marque 4 amigos nos comentários da foto oficial.

O sorteio será realizado pelo site SORTEOU no dia 01/07 (sexta-feira), então corre lá pra participar!

Boa sorrrrti sô! <3

Peraí, só mais uma coisinha… Tira 1 minutinho do seu tempo pra ajudar a gente? Queremos te conhecer melhor.

Acesse e responda este questionário pra gente?! É rapidinho. 😉