Tag: ‘viagem’

10 . Abril . 2017

Na segunda etapa do nosso projeto #15Anos, você já tem que ter em mente se vai querer a viagem ou a festa, se ainda não escolheu, corre no nosso primeiro post que a gente te ajuda a descobrir. Mas, se você já sabe qual você vai querer, independente do que você escolheu, nós vamos te ajudar a dar os primeiros passos para tornar o sonho em realidade.

Se você escolheu a…

  • Festa

Muita gente fala que a primeira coisa que você deve saber antes de sair por aí olhando os detalhes é o quanto você pretende gastar, mas eu não acho. Às vezes os pais não sabem muito bem os preços de uma festa e é bom que você e eles tenham alguns orçamentos de itens que são indispensáveis para esse dia. Tendo uma ideia dos preços, que vária de cidade para cidade, vocês podem sentar e discutir um valor que vão poder gastar no evento.

É bom lembrar que você consegue fazer uma festa de 15 anos de R$ 100 mil, como também com R$ 5 mil, então não surte ao saber sobre os números, no final tudo dá certo. Ao saber o preço, comece a pensar em algo que se encaixe, se não for um valor muito alto, tente pensar em algo mais intimista (que, inclusive, está super em alta) e salões que já fornecem coisas a mais como som, buffet e decoração, isso pode acabar saindo mais em conta do que contratar cada serviço individualmente.

É bom também que você faça uma lista do que não pode faltar na sua festa e o que você quer que tenha, para primeiro você contratar o que realmente é necessário, como comida, vestido e fotos.

Ah, e na hora de fazer os orçamentos, não se esqueça de ver em muitos lugares antes de fechar com alguém, é um absurdo como os preços podem mudar de empresa para empresa. Mas, claro… Tenha cuidado para ver se todos que você estiver indo realmente sejam lugares bons e que outros clientes indicam.

  • Viagem

Sem dúvida o primeiro passo é decidir para onde você vai. A grande maioria escolhe a cidade de Orlando, nos Estados Unidos, onde fica aquela famigerada Disney World. Mas, antes de você sair por aí fazendo a mesma escolha de todo mundo, senta a vai viajar pela internet. Disney é um lugar maravilhoso, mas lá o que você vai fazer é compras e ir em parques de diversão… Tá, é bem legal, mas isso é realmente a sua “praia”?

Se você realmente quer ir para fora do país, você tema opção de intercâmbio para poder ter uma língua extrangeira no currículo, o que ajuda demais no futuro. E se você prefere optar por algo mais simples só pra conhecer, que tal São Francisco, Atlanta, Nashville, Los Angeles (Estados Unidos) ou Cancún, Acapulco, Buenos Aires, Bariloche (México e Argentina) ou Roma, Londres, Amsterdã, Budapeste, Praga, Moscou, Barcelona (Europa).

Há uma infinidade de lugares para você conhecer, que não vão ser focados apenas em compras e parques e que mesmo assim você ainda pode conseguir achar essas duas coisas. Mas, se a Disney é seu sonho, se joga e vai!!!

Se o orçamento está um pouquinho apertado para sair do Brasil, mas você gosta mesmo é de viajar, pode ficar tranquila, ainda há muitos locais legais no Brasil que você provavelmente não conhece. Foz do Iguaçu, Manaus, Gramado, Floripa, Bonito, Balneário Camboriú, Angra dos Reis, Canela são apenas algumas. E olha quem alguns destinos dentro do país, podem sair até mais caro que outros lá de fora. Se os valores ainda forem altos, foque em algo mais próximo e barato, mas em um hotel bem legal. Tem Caldas Novas, Campinas, Ouro Preto, Brasília, Mariana São Roque e Brumadinho. Uma boa dica é usar o site Quanto Custa Viajar pra encontrar a viajem que se adequa ao seu orçamento.

Esse post foi só com as primeiras dicas para você começar os seus prepativos, no próximo (24/04), vocês vão conferir as dicas na hora de escolher cada empresa e coisas diferentes para deixar o evento bem único e com a sua cara. 😉 E se você tem alguma dúvida sobre o tema #15anos, mande pra gente por inbox no Instagram, no Facebook ou no Twitter com a hashtag #15anosColorindoVidas ♥

Posts #15Anos:

Ah, e você já passou dos 15 anos? Conta sua história pra gente! O que você escolheu? Manda um email pra gente contando, quem sabe sua história não aparece aqui 😉 contato@colorindovidas.com

28 . Março . 2017

Com os 15 anos chegando sempre vem aquela pergunta na mente: Fazer ou não uma festa? E pra ajudar vocês nesse ano tão marcante na vida de qualquer pessoa, nós vamos fazer, de 15 em 15 dias, posts sobre a tão sonhada comemoração, seja ela como uma festa simples, grande ou uma viagem.

Para começar, nós precisamos ajudá-los a fazer a escolha principal: Festa ou viagem? A verdade é que não há resposta certa, você vai se divertir muito em ambos e é bem provável que após a sua decisão final, você ainda fique imaginando como seria se tivesse escolhido diferente. Mas, o principal a saber é o que mais combina com você.

A festa

Começando pelo mais tradicional, a festa é perfeita para quem não abre mão ter a presença de pessoas especiais em momentos tão importantes da vida. Você precisa ter em mente, que na viagem é provável que você não consiga levar todo mundo que você ama. A festa é sem dúvidas uma celebração da sua vida e das pessoas especiais que esteve com você nesses 15 anos. Sem mencionar que, será um momento em que a atenção será voltada para você e todo o evento terá a sua cara.

Se a idade é realmente algo que você acha que deva ser celebrado, uma data de extrema importância, faça a festa! Você terá outros momentos para viajar.

A viagem

Explorar novos lugares… Quem não gosta, né?! Conhecer uma nova cultura, novos hábitos ou até mesmo, apenas ver uma paisagem diferente. Se você conseguir fazer um intercâmbio será ainda melhor, pois você também aprenderá muito e levará essa carga para o seu futuro, no currículo (acredite, isso faz diferença). Sem contar que, você não se preocupará com comentários chatos dos convidados, pois simplesmente não haverá festa, então eles não estarão lá com você. E muito pelo contrário, haverá muita curiosidade da parte de todos querendo saber como foi a experiência.

Eu diria que se você é uma pessoa mais aventureira, que gosta mais de ficar na sua, com os poucos, mas próximos, amigos que tem, opte pela viagem! Se você não é muito de sair, de dançar, já mostra que a festa não será tão legal para você quanto a viagem.

Não se esqueça: Ambas escolhas tem os lados bons e ruins. 😉 Foque no que mais combina com sua personalidade. Haverá outras oportunidades para fazer festa e viagem.

Mas calma. Já escolheu? Se você já decidiu, podemos passar para próxima etapa, que vocês vão conferir aqui no blog no dia 10 de abril. E não se desespere quanto a tipo de viagem, festa ou grana, nós vamos ajudar aos poucos. E se você tem alguma dúvida sobre o tema #15anos, mande pra gente por inbox no Instagram, no Facebook ou no Twitter com a hashtag #15anosColorindoVidas ♥

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17 . setembro . 2016

[Você pode ler esse texto ao som de It’s Not Too Late – Demi Lovato]

“Se algo de bom acontecer, faça uma viagem para comemorar.

  Se algo de ruim acontecer, faça uma viagem para esquecer.

  Se nada acontecer, faça uma viagem para que algo aconteça.”

Em meu tempo de viajante, durante uns dias que fiquei sem internet, pensei muito nisto: O que é viajar?; Por que viajar?; Por que me sinto diferente dos turistas com a câmera no pescoço fazendo excursão (porque também tenho a câmera no pescoço e estou na mesma excursão e pra falar a verdade não tenho nenhum pudor de fazer um tanto de turismo quando alcança o dinheiro)?

Ora, viajar tira o chão da nossa segurança imaginária, da ilusão da estabilidade.

É a vida aos gritos.

É, convenhamos, um exagero.

Vê: não digo que viajar seja melhor do que não-viajar, o que conto são as minhas conclusões, que é o que eu posso contar, afinal.

Porque concluí que não quero viajar pra ver lugares, pra conhecer gente, pra acumular paisagens e fotografias. Claro que continuarei fazendo tudo isso, até porque que ótimo ver lugares e conhecer gente, mas, antes de tudo, quero viajar pra estar.

Porque pode-se estar em um lugar ou em outro, o mundo é enorme, há lugares lindos por todo lado; há gente interessante pra se descobrir em qualquer cidade: todos os lugares são lugares.

Me lembro de estar sentada no topo de algum morro olhando a vista com o vento na cara e alguma companhia dessas que a gente vai encontrando pelo caminho e com dois dias de convivência parece amizade de dez anos e me lembro de sentir que nada precisava mudar, e que bom estar ali, não querer mudar nada, não querer que o tempo passe mais devagar ou mais rápido.

Estar, e só isso.

E nessa tranquilidade pensar talvez o quanto é incrível a sucessão de momentos, um atrás do outro, sem parar.

Porque sim: lugares e conhecer, mas de que me serve tudo isso se não posso estar nos lugares? e se não estou nos lugares, no momento, estou… onde? Mais ainda porque enquanto viajava não tinha data pra voltar, porque afinal também na vida não existe data de retorno. A vida é tipo uma viagem só de ida (desculpa o clichê, ele escapou de meus dedos e se enroscou no texto).

Nos resta estar presente no único momento em que podemos estar presente;

em qualquer lugar.

Por isso viajar como hipérbole da vida: viajar escancara o que no dia a dia da não-viagem a gente tende a deixar passar pela sutileza da apresentação.

que não estamos seguros;
que não estamos sozinhos;
que somos todos iguais;
que o que vale é o presente;
que todos os dias são diferentes.

e principalmente esse último item: todos os dias são dias, todos os momentos são momentos.

Pelo exagero: viajar é mudar de cenário com frequência, buscar hospedagem, conhecer gente, confiar em desconhecidos. Mas a verdade é que também na vida da não-viagem os dias não se repetem nunca, e talvez faça mais sentido viver a rotina com os olhos abertos de quem empreende uma viagem: acreditando que sempre se enfrenta um novo dia, um novo momento.

Também porque viajar é encontrar o desconhecido (em menor ou maior grau) e aprender que somos todos iguais apesar das diferenças. saber-se um estranho tanto quanto pensamos o outro como estranho. pensar que talvez “estranho sou eu”.

Nesse sentimento da estranheza somos todos humanos.

Numa conversa com um amigo argentino, quando estava no interior do Uruguai, comentei que não sabia se seria capaz de viver com a indefinição, com nunca saber o que vai ser o mês que vem, com a insegurança de não ter algo fixo em que me apoiar, que talvez devesse me estabilizar, ter uma casa etc. Ele me disse que mesmo na rotina da cidade e do emprego fixo o que temos é só uma ilusão de estabilidade; no mês seguinte pode faltar o emprego, a casa, um amigo. Podemos ser obrigados a recomeçar.

Viajar só explicita a verdade que na vida da não-viagem a gente se recusa a ver.

Tudo isso porque lendo “The Tao of Travel”, do Paul Theroux, no capítulo sobre ficar em casa (um capítulo sobre não viajar num livro sobre livros de viagem) topei com a declaração de um monge budista que abriu mão de tudo e não saía de casa:

“Desde que eu abandonei esse mundo e rompi todos os laços, eu não senti medo e ressentimento. Eu me comprometi minha vida com o destino sem desejos especiais de vida ou desejo de morrer. Como uma nuvem flutuando, eu não tenho ligação e nem dependo de ninguém. Meu único luxo é um sono profundo e tudo que eu vejo a frente é a beleza das mudanças de estações.”

E pensei claro, óbvio: viajar pra preencher um vazio de lugares a serem vistos não faz o menor sentido, viajar pra acumular fotos e lembranças não faz o menor sentido. Claro que se pode fazer isso e claro que eu gosto de tirar mil fotos e costurar as bandeirinhas dos países que visitei na minha mochila, mas essa pode ser a razão para se viajar.

A única razão possível pra viajar deveria ser a mesma que nos faz acordar e ir trabalhar: viver o dia.

Porque viajar pode ser lindo, e fica mais lindo ainda quando a gente aceita os acontecimentos e se adapta a eles e segue adiante. Os viajantes que estão sempre insatisfeitos (com a qualidade da cama, com o tamanho do pão no café da manhã, com o atraso do guia, com o atraso do ônibus, com a poeira da estrada) não estão vivendo porra nenhuma. A viagem vai ser boa, talvez, no momento em que estiverem em casa mostrando as fotos pros amigos.

A questão é que viajar pode ser lindo tanto quando ficar em casa pode ser lindo.

O importante seria aprender a ESTAR.

E por tudo isso este se tornou meu objetivo de viagem: ESTAR.

Devo dizer que desde que me dei conta disso até a mochila ficou um pouco mais leve.

Texto por: Olívia Maia

Na coluna Feelings traremos toda sexta-feita um novo texto para vocês, e se você quer participar basta nos mandar um texto feito por você para o email meutexto@colorindovidas.com com seu nome, idade e cidade. Quem sabe seu texto não aparece aqui para colorir a vida de mais pessoas. 😉

26 . Abril . 2016

No mês passado começamos a nossa viagem pelo país juntos no estado de Sergipe (clique aqui para viajar pra lá). E este mês nós vamos explorar um dos estados mais visitados pelos gringos: Paraná. Escolhi este estado porque, além de ter a melhor cidade brasileira para se morar, de acordo com a Agência Classificadora Austin Ratings e pela revista IstoÉ, cada cidade que passo encontro um diferencial muito grande, e gosto de todas.

Paraná fica na região Sul do país e faz divisa com o Paraguay e Argentina, e as estações são mais bem definidas por lá, no verão é realmente calor e no inverno é realmente mais frio. O estado tem duas cidades muito bem faladas, Curitiba, que é conhecida como ”Cidade Modelo”, e Foz do Iguaçu que contém uma das sete maravilhas do mundo, as Cataratas do Iguaçu.

Vamos começar por Foz do Iguaçu que sei que é o sonho de muitos, posso ir mil vezes lá que sempre vou querer ir de novo, é uma cidade com muitos pontos turísticos mas não se engane por isso, você também consegue sair um pouco dos roteiros e fazer uma viagem ainda mais interessante e diferente.

Claro que não da pra visitar Foz sem ir as Cataratas, mas pra ter uma experiência mais única ainda você pode optar pelo passeio Macuco Safari, apesar do preço ser um pouquinho salgado, é um passeio de barco inesquecível que você pode chegar ainda mais próximo das quedas d’agua.

Macuco-safari-foz-do-iguacu

E fique de olho nas estradas de Paraná, pois lá não é tão difícil você encontrar castelos, nada tão grande como em filmes, alguns dizem até que são chalés, mas são lindos da mesma forma. Próximo a Foz do Iguaçu você consegue encontrar alguns e ainda visita-los, como o Castelletto Dal Pozzo que pertencia a uma família de italianos.

Foz-do-iguaçu-castelo

Na cidade de Curitiba há um lugar bastante conhecido pelos turistas e que eu não poderia deixar de falar, o Jardim Botânico, além de ter um jardim encantador por fora, dentro das estufas há uma enorme variedade de plantas e flores que com certeza valem muito a pena serem vistas.

A culinária Paranense é bem diversificada e tem influência de vários lugares, mas a carne barreada é um de seus pratos mais típicos. A carne barreada chegou ao estado pelos portugueses no século XVIII, e é composta por carne bovina, toucinho, frutas, e é feita em uma panela de barro.

Paraná-Barreado

Mas nem só de passeios e comidas é feito um estado não é mesmo?! A cultura do Paraná, é incrível, e você pode conhecer ainda mais através do Festival Internacional de Londrina, que acontece geralmente no meio do ano em Londrina, que conta com muitos espetáculos de música, teatro e dança.

Podemos também conhecer inúmeros museus e bibliotecas muito conhecidas, como o Museu Paranaense localizado em Curitiba, quem tem em seu acervo grandes obrar de arte, arqueologia, antropologia. A cidade de Curitiba contém também a Arena da Baixada, que foi um dos estádios que sediou a Copa do Mundo de 2014, e foi a cidade que deu início as ”prefs”, como são carinhosamente chamadas, que usam a linguagem da internet em suas redes sociais.

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Deixo vocês com essa foto no melhor lugar que já dormi. <3 hahaha

Se você gostou de conhecer mais do Paraná ou se você já foi lá, deixa um comentário aqui em baixo falando o que você mais gostou. E se você tem um estado ou cidade que gostaria de ver aqui no Colorindo Vidas mande para nós pelo contato@colorindovidas.com ou aqui nos comentários. 😉

22 . Março . 2016

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